Alerta The Economist: Juros Altos Ameaçam Economia Global e Futuro do Brasil
Alerta global: Juros altos ameaçam economia! The Economist aponta riscos no Brasil e em países com taxas elevadas. Dívida pública sobe e austeridade se torna improvável. Saiba mais!
O Mundo em Alerta: Juros Altos e o Futuro da Economia
A revista The Economist em seu mais recente artigo, levanta um alerta para o mundo rico, destacando os riscos significativos que juros altos representam para a economia global. A publicação enfatiza que os problemas decorrentes dessas taxas já são evidentes no Brasil e deveriam gerar preocupação em diversos países com taxas básicas em níveis historicamente elevados.
Impacto nos Negócios e Consumidores
Os juros altos afetam diretamente empresas e consumidores. Para as empresas, o acesso a crédito se torna mais caro, dificultando o financiamento de seu crescimento. Já para os consumidores, a obtenção de crédito se torna mais difícil e onerosa. A situação não é exclusiva do Brasil, mas sim um problema global.
Dívida Pública Brasileira e o Desafio do Governo
A dívida pública brasileira, que atualmente representa 66% do Produto Interno Bruto (PIB), é considerada alta em comparação com países em desenvolvimento, mas relativamente baixa quando comparada a economias mais avançadas. No entanto, o custo para o governo pagar essa dívida é elevado.
Mesmo com um resultado primário (receitas menos despesas) praticamente estável, o governo precisará aumentar sua dívida em 8% do PIB anualmente apenas para cobrir os juros.
Dificuldades para Austeridade
A publicação aponta que, devido à proximidade das eleições, é improvável que o governo adote medidas de austeridade para fechar o déficit. A taxa básica de juros, a Selic, permanece na faixa dos dois dígitos (15% ao ano) e não deve diminuir em breve, intensificando o problema.
Necessidade de Reformas e Superávit Primário
Para manter a dívida sob controle, o Brasil provavelmente precisaria registrar um superávit primário de aproximadamente 5% do PIB, caso as taxas de juros não caiam. A revista destaca que, sem reformas estruturais, o país continuará gastando mais com previdência do que países mais ricos e envelhecidos, um problema que se agravará até 2050.
Autor(a):
Redação
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