Alliança Saúde busca proteção judicial de 60 dias para evitar recuperação judicial e crise!

Alliança Saúde busca proteção judicial de 60 dias para evitar crise! 🚨 Grupo com R$ 1,3 bilhão em dívidas busca evitar recuperação judicial. Siemens acusa comportamento beligerante. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A Alliança Saúde (AALR3) entrou com um pedido de proteção judicial nesta sexta-feira, buscando um período de 60 dias sem interrupção de seus serviços essenciais. A medida visa facilitar a negociação de suas dívidas com credores. O grupo, que possui um total de R$ 1,3 bilhão em dívidas, contratou o escritório TWK Advogados para auxiliar nesse processo.

Proteção Contra Interrupção de Serviços

A liminar judicial concedida permite que a Alliança continue operando sem que seus serviços sejam interrompidos, o que seria crucial para que o grupo possa conduzir as negociações com seus credores de forma estável. A empresa enfatiza que essa proteção é temporária e essencial para evitar uma recuperação judicial.

Outros Casos e Pressão de Credores

A Alliança não é a primeira empresa a buscar essa proteção judicial recentemente. Em paralelo, a empresa ajuizou uma tutela de urgência cautelar, antecipando um pedido de recuperação extrajudicial ou judicial. A situação é complexa, com a pressão de credores como a Siemens, que alega uma “conduta beligerante” durante negociações já em andamento.

Disputas Financeiras e Risco de Recuperação Judicial

Segundo a Siemens, a Alliança teria infringido obrigações contratuais e realizado alterações no controle societário. A empresa de clínicas de diagnósticos nega essas acusações, mas o risco de credores cobra vencimentos antecipados de contratos financeiros (que somam R$ 1,1 bilhão) é real e poderia inviabilizar a operação do grupo.

A Alliança já enfrentou um processo de recuperação judicial em 2023, após a crise causada pela Operação Lava Jato.

Risco de Execução Extrajudicial

A situação se agrava com o Itaú Unibanco, um dos credores, já tendo iniciado um processo de execução extrajudicial para bloquear cerca de R$ 4 milhões do conglomerado. A proteção judicial solicitada pela Alliança deve abranger todos os credores envolvidos na mediação, buscando evitar um eventual pedido de recuperação judicial e garantir a continuidade das operações.

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