Arrecadação Federal bate recorde histórico em 2025 com R$ 2,887 trilhões

Arrecadação Federal bate recorde em 2025! Receita Federal aponta R$ 2,887 trilhões, maior série histórica desde 1995. Crescimento impulsiona debate fiscal para 2026

22/01/2026 14:31

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Arrecadação Federal Alcança Recorde Histórico em 2025

A Receita Federal divulgou nesta quinta-feira (22) dados que mostram uma arrecadação recorde para o governo federal em 2025. O valor total atingiu R$ 2,887 trilhões, um aumento de 3,65% em relação a 2024. Esse resultado marca o melhor desempenho da série histórica, que se iniciou em 1995.

O desempenho positivo da arrecadação reflete as medidas implementadas pelo governo ao longo do ano, juntamente com a resiliência da atividade econômica, mesmo com a política monetária restritiva conduzida pelo Banco Central, cujo objetivo principal era controlar a inflação.

A situação demonstra um cenário favorável para a arrecadação tributária.

Desempenho Detalhado da Arrecadação

No acumulado de 2025, os recursos administrados diretamente pela Receita Federal totalizaram R$ 2,763 trilhões. Esse montante apresentou um crescimento real de 4,27% na comparação anual. Essa divisão demonstra a importância dos impostos e contribuições da União na economia nacional.

Por outro lado, a arrecadação administrada por outros órgãos teve um desempenho mais modesto. O grupo, influenciado principalmente por royalties do petróleo, alcançou R$ 123,6 bilhões. Esse resultado apresentou uma queda real de 8,40% em relação a 2024, evidenciando a volatilidade de algumas fontes de receita.

Arrecadação em Dezembro Reforça Tendência

Em dezembro, a arrecadação totalizou R$ 292,7 bilhões, representando um aumento real de 7,46% em comparação com o mesmo período de 2024. Esse resultado robusto confirma a tendência de crescimento da arrecadação, impulsionado pelo nível de atividade econômica, pelo mercado de trabalho aquecido e pela maior eficiência na coleta de tributos.

Diante desses números, a arrecadação se consolida como um elemento central nas discussões sobre o debate fiscal em 2026, especialmente nas análises sobre o equilíbrio das contas públicas e a trajetória da dívida pública. A situação exige atenção para garantir a estabilidade econômica.

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