Aura Minerals: JP Morgan Aposta em Crescimento e Potencial de Valorização!
Aura Minerals surge como “oportunidade dourada” do JP Morgan! 🚀 Analistas iniciam cobertura com recomendação de compra e preço-alvo de US$ 105 em 2026. Descubra o potencial de valorização da AURA33!
Aura Minerals Atrai Atenção do JP Morgan
A ação da Aura Minerals (AURA33) chamou a atenção de analistas do JP Morgan, que iniciaram a cobertura da empresa com uma recomendação de compra. O banco estabeleceu um preço-alvo de US$ 105 para o fim de 2026, o que representa um potencial de valorização de 23% em relação aos preços atuais, que estão em torno de US$ 86.
A equipe de análise do JP Morgan vê na Aura Minerals uma “oportunidade dourada”, destacando a combinação de exposição ao ouro, trajetória de crescimento consistente, disciplina na alocação de capital e uma política de dividendos atrativa.
A empresa se beneficia diretamente da expectativa positiva para o mercado de ouro.
Projeções Otimistas para o Ouro
Os analistas do JP Morgan preveem que o preço do ouro deve atingir US$ 6.300 por onça no final de 2026 e US$ 6.600 em 2027. Eles consideram a recente correção no mercado como um ajuste natural após um período de forte valorização, impulsionada pela demanda de investidores e bancos centrais.
Crescimento e Expansão da Aura Minerals
O JP Morgan destaca o crescimento significativo da Aura Minerals desde 2017, quando a produção da empresa mais que dobrou, com uma taxa de crescimento anual composta de 44% no Ebitda (Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização). A expectativa é de um aumento de cerca de 75% no volume de produção até 2028, acompanhado de um crescimento ainda maior no Ebitda.
Produção e Projetos Estratégicos
A produção projetada para 2026 é de 362 mil onças equivalentes de ouro (GEO), distribuídas em sete minas na América Latina. Um destaque importante é a mina Era Dorada, que deve estar totalmente operacional até 2028 e pode adicionar cerca de 100 mil onças à produção anual.
Avaliação e Potencial de Valorização
A Aura Minerals está sendo negociada a um múltiplo de 4,3 vezes o EV/Ebitda estimado para 2026, o que indica uma avaliação relativamente baixa em comparação com seus pares globais. Os analistas acreditam que, à medida que o plano de crescimento da empresa for implementado, haverá espaço para uma reavaliação positiva, com potencial de valorização adicional.
Finanças Sólidas e Dividendos
O balanço da Aura Minerals apresenta uma alavancagem negativa de -0,3 vez dívida líquida/Ebitda, o que indica que a empresa possui mais caixa do que dívida, proporcionando maior flexibilidade para investimentos. O JP Morgan projeta um yield de fluxo de caixa livre de 13,7% em 2026 e um dividend yield de 4,1%, com uma política de distribuição de dividendos equivalente a 20% do Ebitda, excluindo custos de manutenção e exploração.
Espera-se que os dividendos cresçam à medida que a produção e o Ebitda atingem seus picos entre 2026 e 2028.
Riscos e Considerações
Apesar das perspectivas positivas, os analistas do JP Morgan identificam alguns riscos, incluindo a volatilidade do preço do ouro, a execução operacional (um fator crítico para empresas do setor de mineração) e questões relacionadas às comunidades locais nas regiões de operação, além de fatores macroeconômicos, como a força do dólar e a política monetária nos Estados Unidos.
A correlação da Aura Minerals com o preço do ouro pode impactar significativamente seus resultados.
Autor(a):
Redação
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