Azul: Rating Sobe Após Reestruturação e Ações Disparam na Bolsa em 2026!

Azul brilha após reestruturação: S&P eleva nota e ações sobem! 🚀 A Azul Linhas Aéreas conquista recuperação no mercado com nota positiva da S&P. Ações sobem 32% e analistas apontam para R$ 273!

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(Imagem de reprodução da internet).

Azul Recupera Rating e Apresenta Perspectivas Estáveis Após Reestruturação

Poucos meses após entrar em recuperação judicial nos Estados Unidos, um processo conhecido como Chapter 11, a Azul Linhas Aéreas está passando por uma análise detalhada do mercado. A S&P Global elevou a nota de crédito da companhia, que antes era “D”, para “B-”.

Apesar de ainda estar em grau especulativo, a melhora no rating da agência de crédito indica uma perspectiva estável para a empresa.

A nota “B-” está três passos abaixo do nível considerado ideal para investimentos, mas representa um avanço significativo em relação à situação anterior. Essa mudança na percepção do mercado se deve, em grande parte, aos resultados da reestruturação financeira da Azul.

A empresa conseguiu reduzir suas dívidas em aproximadamente US$ 2,5 bilhões.

O relatório da S&P Global destacou que a perspectiva estável reflete a expectativa de que a Azul continue com um bom desempenho operacional e mantenha um controle rigoroso sobre suas dívidas. Desde a conclusão da recuperação judicial nos EUA, em 20 de fevereiro, a ação AZUL53 subiu 32% e está sendo negociada a R$ 215 por volta das 10h20 desta quinta-feira (26).

Essa valorização demonstra o otimismo do mercado com a recuperação da companhia.

Bradesco BBI Também Apresenta Visão Positiva

A melhora na situação da Azul não passou despercebida por outros analistas. Os especialistas do Bradesco BBI também publicaram um relatório sobre a companhia. Inicialmente, a recomendação era de “venda”, mas após a reestruturação, a visão mudou para “neutra”.

Assim como a S&P Global, a Bradesco BBI ressalta que a melhora no perfil financeiro da Azul, resultante do encerramento da recuperação judicial, é um fator positivo. Os analistas do banco elevam o preço-alvo das ações da Azul para R$ 273, o que representa um potencial de alta de aproximadamente 26% em relação à cotação atual.

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