Banco Central e Inflação: Análise do Mercado e Decisões de Juros Próximas

Banco Central se prepara: Inflação e decisões de juros no radar! IBGE divulga IPCA-15 e mercado acompanha dados dos EUA e Vale (VALE3).

27/01/2026 8:27

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(Imagem de reprodução da internet).

Análise do Mercado Financeiro: Preparativos para Decisões do Banco Central

A sessão de hoje, 27 de janeiro, serve como preparação para a importante Super Quarta, quando o Banco Central do Brasil anunciará suas decisões de política monetária. O mercado financeiro está atento a uma série de fatores, incluindo a prévia da inflação oficial, dados econômicos dos Estados Unidos e balanços corporativos relevantes.

IPCA-15: Expectativas de Inflação

O IBGE divulgará às 9h o IPCA-15 de janeiro, uma prévia da inflação oficial. O mercado espera um aumento de 0,22% no mês e um avanço de 4,52% em 12 meses. As projeções para o IPCA de 2026 e 2027 continuam a indicar uma melhora, com quedas consecutivas.

A expectativa para 2026 é de 4,0% e para 2027, 3,80%.

Ibovespa em Ajuste

Após um período de recordes, o Ibovespa encerrou a segunda-feira com uma leve correção, caindo 0,08%, aos 178.720,68 pontos. Investidores acompanham o desempenho externo e aguardam novos sinais antes das decisões de juros do Banco Central.

Notícias Corporativas

A Vale (VALE3) divulgará dados de produção e vendas do 4º trimestre de 2025 após o fechamento do mercado. Este relatório é considerado um termômetro importante para avaliar o desempenho da empresa antes da divulgação dos resultados financeiros em 12 de fevereiro.

Economia Internacional

Nos Estados Unidos, o dia traz indicadores econômicos relevantes. O presidente Donald Trump deve discursar sobre economia e energia no estado de Iowa. Além disso, quatro gigantes americanos – Boeing, American Airlines, Louis Vuitton e General Motors – divulgam seus balanços do 4º trimestre.

A Amazon também está sob atenção, com expectativa de novas demissões em massa ainda nesta semana.

União Europeia e Gás Russo

A União Europeia aprovou a proibição das importações de gás russo até o fim de 2027, consolidando o rompimento energético com Moscou. Hungria e Eslováquia votaram contra, enquanto a Bulgária se absteve.

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