Banco Central Revela Crise do Master: Fraudes, R$ 11 Bilhões e Novo Regime!

Banco Central expõe crise do Banco Master! Revelações chocantes sobre a situação financeira da instituição, com apenas R$4 milhões em caixa. Acompanhe o escândalo!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Banco Central Revela Detalhes da Crise do Banco Master

Em depoimento à Polícia Federal, o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton Aquino, detalhou a situação financeira do Banco Master antes de sua liquidação extrajudicial, ordenada em novembro de 2025. A revelação, agora com acesso público, demonstrava que a instituição, controlada por Daniel Vorcaro, possuía apenas R$ 4 milhões em caixa, um valor significativamente inferior ao esperado para um banco de médio porte (S3).

Aquino enfatizou que a supervisão do Banco Central se intensificou devido à crise de liquidez do Master. Comparando com bancos de porte similar, ele ressaltou que um banco com 80 bilhões em títulos livres geralmente possui uma liquidez entre 3 e 4 bilhões.

A discrepância entre o tamanho do Master e sua capacidade de caixa gerava preocupação para os agentes da autoridade monetária.

Problemas Operacionais na Will Bank

Durante o depoimento, o diretor também abordou os problemas enfrentados pela Will Bank, uma fintech ligada ao Banco Master que também foi sujeita a liquidação. Aquino relatou dificuldades operacionais consideráveis nas contas e nos pagamentos da fintech, com problemas recorrentes na abertura e fechamento das contas e na efetivação dos pagamentos.

A supervisão do Banco Central se concentrou na análise da situação de liquidez da Will Bank, buscando determinar se o caixa da fintech estava realmente fechando ou se existia a possibilidade de um colapso iminente. A situação da Will Bank, com seus 11 milhões de cartões de crédito, representava um risco adicional para o Sistema Financeiro Nacional.

Decisão do Banco Central e o Regime Raet

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18 de novembro, acusando a instituição de fraudes envolvendo carteiras de crédito em mais de R$ 11 bilhões. A decisão foi tomada em paralelo com a análise da possibilidade de venda da Will Bank.

Para dar concretude à lei e antecipar possíveis problemas, o Banco Central implementou o Regime de Administração Especial Temporária (Raet) na Will Bank. Esse mecanismo, que substitui a diretoria por um conselho gestor, permitiu que a fintech continuasse operando, minimizando os impactos no SFN.

Aquino explicou que a situação do BRB, que concentrava muitos ativos do Will Bank, também influenciou a decisão.

A análise do cenário envolvia cerca de 11 milhões de cartões de crédito, concentrados principalmente nas classes C e D, o que representava um risco significativo para a estabilidade do sistema financeiro.

Sair da versão mobile