Banco Central sob pressão: IPCA em janeiro reacende debate sobre a Selic!

IPCA em Janeiro: Inflação Estagnada e Impacto na Selic! 🚀 Acompanhe a análise do IPCA e a possível mudança na taxa Selic em 2026. 📈

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(Imagem de reprodução da internet).

IPCA em Janeiro: Análise e Impacto no Mercado

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou um aumento de 0,33% em janeiro, um ritmo idêntico ao observado em dezembro, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa repetição no mês de janeiro se alinha com as expectativas do mercado, o que diminui a probabilidade de grandes oscilações nas primeiras horas do pregão da cotação do dólar.

O acúmulo de 12 meses, por outro lado, apresentou um avanço para 4,44%, superando os 4,26% registrados no período imediatamente anterior. Essa elevação, embora próxima das projeções, mantém o IPCA em uma posição delicada, próximo ao limite superior da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,50%, com uma banda de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Dentro do IPCA, houve um confronto entre diferentes setores. A gasolina, com um aumento de 2,06%, foi o principal impulsionador da inflação, enquanto a energia elétrica residencial apresentou uma queda de 2,73%, atuando como um fator de freio. O grupo de Transportes teve o maior impacto, com um aumento de 0,60%, contribuindo com 0,12 ponto percentual para o resultado final do mês.

O setor de Comunicação também se destacou, com uma variação de 0,82%, sendo o grupo com a maior variação no IPCA de janeiro. A proximidade do dado com as expectativas do mercado e a nova queda na projeção de IPCA para 2026, agora em 3,97%, indicam que o Banco Central está atento à situação e ajustando suas expectativas.

Com o IPCA de janeiro próximo ao consenso, o foco do mercado se desloca para o futuro, especialmente para a decisão do Banco Central sobre a taxa Selic. Alguns economistas já preveem o início de um ciclo de cortes a partir de março, considerando a inflação mais controlada e a menor atividade econômica no curto prazo.

Essa expectativa é corroborada por pesquisas, como uma da Reuters, que apontava para essa possibilidade como base do mercado.

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