Berkshire Hathaway Faz Aposta Surpreendente no The New York Times em 2026!
Berkshire Hathaway surpreende ao investir US$ 351,7 milhões no The New York Times! Warren Buffett aposta em modelo digital do jornal. Ajustes no portfólio da gigante
Berkshire Hathaway Retoma Interesse no The New York Times em Momento de Transformação
Um documento divulgado à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA revelou que a Berkshire Hathaway, liderada por Warren Buffett, finalizou 2025 com um investimento de US$ 351,7 milhões em ações do The New York Times, correspondendo a aproximadamente 5,07 milhões de papéis.
Essa movimentação chama a atenção, considerando as declarações anteriores de Buffett sobre o fim do setor de jornais e a venda das operações jornalísticas da Berkshire em 2020. A aposta representa uma parcela modesta em relação ao portfólio total da empresa (cerca de US$ 274 bilhões no final de 2025), mas simboliza uma reentrada estratégica no setor.
Reação a uma Mudança de Paradigma
A Berkshire Hathaway não possuía exposição ao The New York Times no trimestre anterior, conforme reportado pela Reuters. A transação ocorre em um momento de transformação para o jornal, que se concentra em assinaturas digitais e em modelos de receita recorrentes.
O grupo fechou o ano com 12,78 milhões de assinantes e ambiciona atingir 15 milhões até o fim de 2027, diversificando sua oferta com jogos e outros produtos digitais. Essa estratégia alinha-se com o perfil de investimento tradicional da Berkshire, que valoriza marcas fortes, previsibilidade e a capacidade de resistir a diferentes fases econômicas.
Evolução da Estratégia da Berkshire Hathaway
A reentrada no The New York Times contrasta com a decisão de 2020, quando Buffett encerrou as operações jornalísticas locais sob o guarda-chuva da BH Media. Na época, o bilionário apontava o declínio da circulação e da publicidade impressa como um problema estrutural.
Agora, a Berkshire investe em um modelo que se transformou em assinatura digital escalável. Além do NYT, o 13-F também revela ajustes em outras posições importantes, com cortes em Apple e uma redução significativa em Amazon, conforme divulgado pela Reuters.
Essa movimentação sugere um trimestre marcado por ajustes e reavaliações na carteira de investimentos da Berkshire Hathaway.
Autor(a):
Redação
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