Bilionário Marciano Testa Brilho Após IPO da AgiBank na Nova York!

Marciano Testa é bilionário! AgiBank dispara na NY após IPO turbulento. Acompanhe a ascensão do fundador do Agibank e o impacto no mercado financeiro.

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(Imagem de reprodução da internet).

AgiBank e o Bilionário Marciano Testa Após IPO na Nova York

Marciano Testa, fundador do Agibank, agora figura entre os bilionários após a abertura de capital da Agi Inc. na bolsa de Nova York. A operação, apesar de um início turbulento, elevou a participação de Testa na empresa para cerca de US$ 1,1 bilhão, com o preço de fechamento em US$ 10,75 na quarta-feira.

As ações da Agi Inc. sofreram uma queda de 10% no primeiro dia de negociação. Para garantir a viabilização da listagem, a empresa reduziu o preço e o volume de papéis oferecidos. Esse IPO representa a segunda grande abertura de capital de uma empresa brasileira nos Estados Unidos desde 2021.

O desempenho da AgiBank ocorre em um cenário de cautela para fintechs brasileiras no exterior. Recentemente, o PicPay, controlado pela família Batista, teve uma estreia na Nasdaq, mas suas ações apresentaram uma queda de 23% desde então. Essa volatilidade do setor demonstra o desafio de atrair investidores internacionais, considerando as altas taxas de juros e a maior seletividade do mercado de capitais.

Antes dessas operações, o último grande IPO de uma empresa brasileira nos EUA foi o do Nubank, liderado por David Vélez. Vélez, com uma fatia de 20% no banco digital, possui um patrimônio estimado em US$ 17 bilhões, segundo o índice de bilionários da Bloomberg.

No caso do Agibank, a listagem diluiu a participação acionária de Testa, mas ele mantém o controle através de ações Classe B, que garantem cerca de 95% do poder de voto. Testa pode converter essas ações em ordinárias caso deseje vender parte de sua participação, sem perder o comando da empresa.

O Agibank combina uma plataforma digital com mais de 1.000 “smart hubs” físicos. Até setembro, a instituição contava com 6,4 milhões de clientes ativos, focados na concessão de crédito consignado para aposentados, modalidade em que as parcelas são descontadas diretamente dos benefícios previdenciários.

A fintech recebeu investimentos de empresas como a Lumina Capital Management, fundada por um ex-executivo do Morgan Stanley, e a Vinci Partners.

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