Bradesco Resiste à Pressão: CEO Revela Estratégia ousada para 2026!

Bradesco desafia mercado e investidores! CEO Marcelo Noronha garante: “Não temos medo de desafio”. Saiba mais sobre a estratégia do banco para 2026.

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(Imagem de reprodução da internet).

Bradesco Reforça Estratégia de Crescimento Apesar do Ajuste no Mercado

Após a divulgação de resultados do quarto trimestre de 2025, o Bradesco, representado pela ação BBDC4, enfrentou uma reação inicial do mercado, impulsionada por uma leitura cautelosa em relação às projeções para 2026. O CEO, Marcelo Noronha, ressaltou a postura do banco, afirmando que “a gente não tem medo de desafio”.

Em entrevista realizada na sede do Bradesco, localizada na Cidade de Deus, Osasco (SP), Noronha enfatizou a consistência do plano, reiterando que não haverá ajustes ou acelerações apenas para atender a expectativas de curto prazo.

Foco em Rentabilidade e Crescimento Gradual

A filosofia do Bradesco, como definida pelo CEO, é de avançar passo a passo, consolidando cada etapa da recuperação antes de prometer números mais agressivos. Essa abordagem, apelidada de “step-by-step”, já foi compreendida pelos investidores. O principal objetivo é alcançar a rentabilidade, com o banco entregando um ROE de 15,2% no quarto trimestre de 2025, acima do custo de capital, um marco importante na reconstrução do banco.

Projeções para 2026 e Segmentos-Chave

Para 2026, o Bradesco projeta um crescimento da carteira de crédito entre 8,5% e 10,5%, com foco em segmentos específicos. No público de alta renda (Principal e Prime), a estratégia é aprofundar o relacionamento e aumentar a participação na carteira do cliente.

Já no universo de pequenas e médias empresas (PMEs), a ambição é ganhar mercado. O CEO ressaltou que o crescimento foi possível graças a uma unidade de crédito robusta e modelos mais modernos.

Cautela e Riscos no Horizonte

Apesar das projeções otimistas, a administração do Bradesco mantém uma postura cautelosa, preferindo avançar gradualmente em vez de se expor a riscos elevados. O CEO mencionou a crise do Banco Master e a recomposição do Fundo Garantidor de Crédito como temas em discussão, sem entrar em detalhes.

Em relação às eleições de 2026, Noronha reconheceu que o ciclo político pode aumentar a volatilidade do mercado, mas não enxerga um desarranjo fiscal extremo como cenário-base.

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