Brasil Coloca Alvo Gigante: Nova Tarifa Promete Milhar de Milhões aos Exportadores!

Brasil colhe os frutos da nova tarifa! 🚀 Mudança histórica nos EUA reduz impostos em 46% para produtos brasileiros. Aeronaves e agro têm destaque! Saiba mais

25/02/2026 9:57

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(Imagem de reprodução da internet).

Brasil Recebe Benefícios com Nova Tarifa nos Estados Unidos

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) anunciou na terça-feira, 24, que o novo regime tarifário dos Estados Unidos deverá reduzir em 46% os impostos sobre os produtos brasileiros que são exportados para o país.

Essa mudança significativa ocorre após uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que invalidou as chamadas tarifas recíprocas impostas pelo governo do ex-presidente Donald Trump, que haviam sido estabelecidas com base em legislação de emergência nacional.

Impacto da Nova Tarifa

Com a nova ordem executiva, publicada em 20 de fevereiro, cerca de 46% das exportações brasileiras para os EUA (equivalente a US$ 17,5 bilhões) deixarão de incorrer em qualquer sobretaxa adicional. Outros 25% (US$ 9,3 bilhões) passarão a ser tributados pela tarifa global de 10%, um valor que pode aumentar para 15% conforme a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, caso o governo americano considere necessário.

Setores em Destaque

A principal mudança é a exclusão das aeronaves do impacto das novas tarifas. Agora, o produto terá alíquota zero, em contraste com a tributação anterior de 10%. As aeronaves representam o terceiro item mais importante da pauta exportadora brasileira para os Estados Unidos, com um alto valor agregado e conteúdo tecnológico.

Além das aeronaves, o Ministério avalia que outros setores também se beneficiarão, incluindo o agropecuário, o mercado de pescados, mel, tabaco e café solúvel, que passarão de uma tarifa de 50% para a tarifa geral de 10% (ou 15% em casos específicos).

Comércio Bilateral em 2025

Em 2025, o volume de comércio entre Brasil e Estados Unidos atingiu US$ 82,8 bilhões. As exportações brasileiras totalizaram US$ 37,7 bilhões, enquanto as importações alcançaram US$ 45,1 bilhões, resultando em um déficit comercial de US$ 7,5 bilhões para o Brasil.

Essas cifras foram estimadas com base nas exportações para os EUA no ano anterior, e podem variar de acordo com critérios técnicos de classificação tarifária e a destinação específica dos produtos.

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