A Brava Energia (BRAV3), uma empresa independente do setor de óleo e gás de menor porte, promoveu mudanças em sua diretoria. A empresa comunicou ao mercado a saída de Décio Oddone do cargo de diretor presidente (CEO), conforme um processo de sucessão planejado pelo executivo.
Décio Oddone permanecerá no cargo até 31 de janeiro de 2026, visando uma transição gradual, coordenada e alinhada às diretrizes estratégicas e de governança da companhia para o novo CEO.
Richard Kovacs assumirá o cargo de CEO a partir de 1º de fevereiro de 2026, após renunciar à presidência do conselho de administração. Kovacs também se tornou membro do conselho.
Para substituir Kovacs na presidência do conselho, Alexandre Cruz foi eleito ao cargo. Cruz possui formação em Economia pela USP e em Direito pela PUC-SP. Atualmente, ele atua como CEO e é um dos fundadores da gestora de investimentos JiveMauá.
O fato relevante da Brava destaca que o papel de Décio Oddone à frente da companhia foi fundamental para o seu processo de formação e consolidação como uma das principais empresas do setor de óleo e gás do Brasil. Durante sua gestão, Oddone liderou a implementação do projeto Atlanta e os esforços de recuperação da produção em Papa-Terra.
Na última semana, a petrolífera registrou produção média diária de 74,6 mil barris de óleo equivalente (boe) em dezembro de 2026. Esse número representa um avanço de 6% em relação ao mês anterior.
Em dezembro de 2025, a companhia registrou produção média diária de 28,9 mil boe no onshore e 45,6 mil boe no offshore. A Brava encerrou o ano de 2025 com produção média de 81,3 mil boe por dia, um aumento de 46% em relação ao ano anterior, impulsionado pelos resultados de Papa-Terra e Atlanta.
