BRB acusa ex-presidente de R$ 1,78 Milhão e bens sob risco de penhora!

BRB acusa ex-presidente por dívida de R$ 1,78 Milhão! Justiça ordena penhora de bens de Paulo Henrique Costa em choque contra BRB. Detalhes na íntegra!

24/03/2026 14:58

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(Imagem de reprodução da internet).

BRB Busca Cobrança de R$ 1,78 Milhão de Ex-Presidente

O Banco de Brasília (BRB) entrou com uma ação judicial para recuperar uma dívida de R$ 1,78 milhão do ex-presidente da instituição, Paulo Henrique Costa. Como parte da ação, o banco solicitou a penhora de imóveis que pertencem ao ex-diretor.

O débito é composto por dois contratos: um referente a empréstimos consignados, no valor de R$ 799,4 mil, e outro relacionado a empréstimos pessoais, totalizando R$ 978,3 mil.

Motivo da Dívida: Inadimplência de Clientes

Segundo o BRB, a inadimplência de clientes, que deixaram de pagar suas parcelas entre 2020 e 2024, resultou no vencimento antecipado das dívidas. A situação levou o banco a buscar a recuperação do valor devido. A Justiça autorizou o registro das ações nas matrículas dos imóveis de Costa, o que pode complicar o processo de venda dos bens.

Condições para Quitação da Dívida

Em uma das ações judiciais, a Justiça determinou que Paulo Henrique Costa quite a dívida em até três dias úteis, incluindo custos processuais e honorários advocatícios. Caso opte por um parcelamento, o ex-presidente deverá pagar pelo menos 30% do valor total em até 15 dias, podendo dividir o restante em até seis parcelas mensais, com juros de 1% ao mês.

O não pagamento de qualquer parcela pode levar à retomada do bloqueio dos bens e aplicação de uma multa de 10% sobre o saldo devedor.

Investigação e Contexto

Paulo Henrique Costa está sendo investigado por suspeitas de irregularidades em operações envolvendo o Banco Master. A Polícia Federal conduziu a operação “Compliance Zero” e afastou Costa do cargo em novembro de 2025. Durante sua gestão, o volume de crédito concedido a integrantes da alta cúpula do banco cresceu mais de 500%, saltando de R$ 36,3 milhões para R$ 226 milhões em cerca de seis meses, conforme reportagens.

O BRB justificou que as operações seguiram critérios de mercado, sem condições diferenciadas para executivos.

Posição de Costa e Defesa

Procurado, Paulo Henrique Costa não se manifestou sobre o caso. A defesa do ex-presidente afirmou que o endividamento demonstra que ele não possui um patrimônio elevado.

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