C&A Aposta e Ações Disparam: Resultados do 4T25 Surpreendem Mercado em 2026!

C&A surpreende com lucro, mas vendas sob pressão! 🚀 Ações da CEAB3 sobem com análises positivas. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

C&A Apresenta Resultados do 4T25 com Pressão nas Vendas, Mas Ações Subem

A C&A Brasil (CEAB3) divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25), mostrando um cenário de pressão nas vendas. Apesar de registrar um lucro líquido de R$ 313,2 milhões, um aumento de 22,9% em relação ao ano anterior, a companhia enfrentou desafios como um ambiente promocional mais intenso e temperaturas erráticas, fatores que impactaram negativamente as vendas, especialmente nos produtos de entrada.

O lucro líquido ajustado, excluindo itens não recorrentes, somou R$ 269,8 milhões, representando um crescimento de 7,9% em comparação com o 4T24.

A receita operacional líquida totalizou R$ 2,47 bilhões, apresentando uma queda de 3,2% em relação ao ano anterior. A margem líquida ajustada avançou 1,1 ponto percentual, atingindo 10,9%, indicando um ganho de eficiência, mesmo com as dificuldades operacionais.

A empresa atribuiu a queda na receita ao ambiente promocional e às condições climáticas, que influenciaram o comportamento dos consumidores.

Análises de instituições financeiras como BTG Pactual, Bradesco BBI, Itaú BBA e XP Investimentos oferecem perspectivas sobre o desempenho da C&A. O BTG Pactual, por exemplo, destaca a desaceleração das vendas mesmas lojas (SSS) e sinais de desalavancagem operacional, mas mantém uma visão construtiva, considerando o balanço da empresa pouco alavancado e a capacidade de execução da gestão.

O Bradesco BBI e o Itaú BBA também ressaltam a resiliência do modelo operacional da C&A, com foco na disciplina de capital de giro e no fluxo de caixa robusto.

Apesar dos desafios do 4T25, as ações da C&A (CEAB3) operam em alta nesta quarta-feira (25). A análise de diferentes instituições financeiras, que recomendam manter a compra das ações, sugere que a recente queda no desempenho das ações pode ter sido excessiva, considerando a relação Preço/Lucro (P/L) estimada para 2026, que se encontra em torno de 8,5 vezes o lucro.

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