Carnaval de Salvador: O Camarote Brahma Revela Segredos e Impacto Econômico de 2026
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Carnaval de Salvador: O Camarote como Negócio
Quando o Carnaval de Salvador começa a ganhar corpo, antes mesmo do primeiro bloco ocupar a avenida, uma cidade inteira passa a operar em ritmo de contrato, cronograma e caixa. Não é só a rua que se organiza: são estruturas que sobem em semanas, equipes que se multiplicam, marcas que disputam espaço e uma cadeia de serviços que encontra, em fevereiro, um dos seus períodos mais intensos.
Nesse cenário, os camarotes deixam de ser apenas um recorte de conforto e se revelam como parte de uma engrenagem que mistura cultura, turismo e economia local.
Entrevista com Guto Ulm, da 2GB Entretenimento
Foi por esse ângulo que o BP Money conversou com Antônio Augusto Ume, o Guto Ulm, à frente da 2GB Entretenimento e responsável pela produção do Camarote Brahma Salvador. Ao longo da entrevista, ele descreve o que sustenta o produto por trás das luzes: área montada, operação de vários dias, centenas de profissionais na pré-montagem, mais de mil pessoas durante a folia, presença de patrocinadores e um faturamento que, segundo ele, entrou em outro patamar.
Mais do que números, a conversa joga luz sobre uma pergunta que costuma ficar em segundo plano: o que precisa acontecer (em termos de estrutura, trabalho e investimento) para que a maior festa da cidade continue de pé, ano após ano?
O Camarote como Negócio
Quando se fala em Carnaval de Salvador, o debate costuma começar pela cultura e terminar na imagem de rua cheia. Entretanto, Guto coloca o assunto em outra chave: a da operação que roda com prazos, contratos, equipe, logística e risco de execução. “A gente quer falar sobre o Carnaval de Salvador como um negócio mesmo”, diz o empresário ao entrar no ponto de partida com uma frase que orienta o restante do papo: “Esse é o meu negócio”.
O contexto da cidade reforça por que o tema ganhou espaço em mesas de análise e em agendas de marcas. Em 2026, a expectativa divulgada por veículos locais aponta fluxo elevado de visitantes e impacto relevante na atividade econômica do período oficial da folia.
Há projeções de mais de 1,2 milhão de turistas e movimentação de R$ 2,6 bilhões na economia soteropolitana durante o Carnaval.
O Impacto Econômico e a Sustentabilidade
Nesse cenário, os camarotes funcionam como peça de um quebra-cabeça: concentram consumo, integram patrocínios e oferecem uma experiência única. O faturamento já ultrapassa os R$ 80 milhões em um ano, um salto exponencial em apenas quatro anos, desde o início do projeto sob a marca Brahma.
Isso demonstra que os camarotes se tornaram parte da economia do Carnaval, impulsionando o turismo, o consumo e a geração de empregos.
Autor(a):
Redação
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