Copa do Mundo 2026: ETFs oferecem oportunidades de investimento em EUA, México e Canadá

Copa do Mundo de 2026: Oportunidades de Investimento em ETFs
A Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, no México e no Canadá, deve gerar um impacto econômico significativo, impulsionando diversos setores e oferecendo oportunidades de investimento para investidores. A competição, estimada para gerar cerca de US 13 bilhões em receitas globais, segundo a Fifa, pode ser acessada através de BDRs de ETFs negociados na B 3.
Setores e ETFs Associados
Além do consumo direto ligado ao torneio, o evento exige investimentos em áreas como transmissão, centros de dados, energia, infraestrutura urbana e segurança digital. Investidores podem acessar empresas e mercados desses países – sede através de ETFs, como o DTCR 39, que acompanha empresas de centros de dados e infraestrutura digital, com 75% da carteira concentrada nos Estados Unidos.
Outras opções incluem o BCPX 39, que investe em mineradoras de cobre, com o Canadá representando quase 40% da carteira, e o BSIL 39, que reúne mineradoras de prata, com o Canadá respondendo por aproximadamente 62% da carteira, seguido pelos Estados Unidos (19%) e pelo México (5%.
O BLBT 39 investe em empresas da cadeia de lítio e baterias, incluindo companhias americanas que podem servir como acesso ao avanço da mobilidade elétrica.
Opções de Investimento em Mercados Emergentes
Para investidores que buscam diversificação, existem ETFs que permitem acessar economias dos países que disputam o torneio. O ARGT 39 acompanha empresas argentinas, com a tese de que eventos esportivos podem impulsionar temporariamente o consumo e o turismo, embora o fundo apresente maior volatilidade devido à Argentina ser um mercado emergente.
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O COLO 39 permite investir na economia da Colômbia, com um perfil de risco considerado mais moderado.
Considerações sobre Câmbio e Liquidez
É importante ressaltar que os BDRs de ETFs replicam fundos listados em dólar, o que significa que a valorização ou desvalorização da moeda americana impacta diretamente o desempenho desses ativos. Além disso, os BDRs podem ter menor volume de negociação do que os fundos originais nos Estados Unidos, resultando em uma diferença maior entre os preços de compra e venda.
Os ETFs temáticos tendem a oscilar mais do que fundos ligados a índices amplos, sendo recomendados como uma parcela de uma carteira diversificada, de acordo com o perfil de risco e os objetivos de cada investidor. O TBIL 39 replica títulos do Tesouro dos Estados Unidos com vencimentos entre um e três meses, mantendo exposição ao mercado americano e permitindo preservar parte do capital em dólar com menor risco de crédito.
O BSDV 39 reúne empresas globais que distribuem dividendos elevados, com o Brasil representando cerca de 17% da carteira.
Autor(a):
Redação
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