Copom Corta Selic em 0,25% e Sinaliza Rota Mais Conservadora para 2026

Copom surpreende com corte na Selic! 🚨 Unânime decisão de 0,25% reacende debates sobre inflação e cenário global. Saiba mais!

29/04/2026 18:50

2 min

Copom Corta Selic em 0,25% e Sinaliza Rota Mais Conservadora para 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Copom Reduz a Taxa Selic em um Corte de 0,25%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou nesta quarta-feira (29) uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, que agora está em 14,50% ao ano. Essa decisão, tomada unânime, reflete uma postura cautelosa diante do cenário econômico global, marcado por incertezas e volatilidade.

Apesar das expectativas iniciais de cortes mais agressivos, a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã alterou significativamente o panorama. A taxa de juros permanece elevada devido ao controle da inflação brasileira, mas o espaço para afrouxamento monetário diminuiu com a alta dos preços do petróleo, que impactam tanto a inflação doméstica quanto a global.

Previsões Ajustadas para o IPCA e a Selic

As projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foram elevadas, agora apontando para um aumento próximo de 5% no final de 2026, acima da meta de 4,5%. O mercado também revisou a previsão para a Selic, estimando uma taxa terminal em torno de 13% no final de 2026.

Incertezas e o Cenário Eleitoral

O Copom reafirma a necessidade de cautela, dada a alta incerteza do cenário externo, especialmente com o conflito no Oriente Médio. A corrida eleitoral no Brasil e as decisões do Federal Reserve (Fed) nos Estados Unidos também adicionam complexidade à situação.

O Fed, em sua última reunião, manteve a taxa de juros em níveis elevados, surpreendendo alguns analistas.

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Perspectivas para o Mercado Financeiro

Apesar do câmbio controlado, o mercado mantém uma visão de Selic restritiva e juro real elevado até o fim do ano. Isso favorece ativos de renda fixa pós-fixada, impactando negativamente famílias e empresas endividadas e empresas sensíveis a taxas de juros, como as do setor de consumo.

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