Correios vendem imóveis milionários em leilão para salvar empresa de crise!

Correios vendem imóveis! 😱 Estatal busca R$ 1,5 bilhão com leilões digitais. Participe e invista! Saiba mais.

06/02/2026 18:09

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(Imagem de reprodução da internet).

Correios Iniciam Venda de Imóveis para Recuperar Finanças

Os Correios anunciaram, nesta sexta-feira (6), um programa de venda de imóveis próprios em diversas regiões do país. A iniciativa visa arrecadar até R$ 1,5 bilhão até dezembro, como parte de um plano de reestruturação da empresa. Segundo a estatal, a alienação de ativos ociosos começará imediatamente e os recursos serão destinados ao fortalecimento das operações, à modernização da infraestrutura logística e à sustentabilidade a longo prazo.

Os primeiros leilões estão programados para os dias 12 e 26 de fevereiro e serão totalmente digitais, permitindo a participação de pessoas físicas e jurídicas. A primeira fase da venda inclui 21 imóveis, com valores que variam de R$ 19 mil a R$ 11 milhões, buscando atrair um público diversificado de investidores.

O portfólio de imóveis dos Correios é bastante variado, abrangendo prédios administrativos, antigos complexos operacionais, terrenos, galpões, lojas e apartamentos funcionais. Os imóveis estão localizados nos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.

A empresa ressalta que a venda desses ativos não impactará a prestação de serviços à população, uma vez que se trata de imóveis considerados ociosos ou que não fazem parte da operação principal da estatal. A ação faz parte de um esforço para reduzir custos fixos, reorganizar a estrutura financeira e recuperar a capacidade de investimento dos Correios, que enfrentam dificuldades financeiras.

A situação financeira dos Correios tem sido desafiadora nos últimos anos. Em 2022, a empresa já apresentava prejuízo, e em 2024, o rombo aumentou significativamente, atingindo R$ 2,5 bilhões. Os resultados de 2025 ainda não foram divulgados, mas o último balanço divulgado em novembro indica um acúmulo de prejuízo de R$ 6,05 bilhões nos primeiros nove meses do ano.

A empresa recebeu recentemente um empréstimo de R$ 10 bilhões para ajudar a cobrir despesas urgentes e manter a operação em funcionamento, mas ainda necessitaria de mais R$ 8 bilhões para equilibrar as contas.

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