Crise no Banco Pleno: Detalhes Surpreendentes Sobre Flávia Arruda e “Guga Lima” Revelados!

Banco Central liquida Banco Pleno! Flávia Arruda e Ronaldo Vieira Bento no centro do caso. Revelações chocantes sobre o “caso Master” e a ligação com o Banco Voiter. Descubra os riscos e investigações em andamento

20/02/2026 19:46

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(Imagem de reprodução da internet).

Na quarta-feira, 18 de agosto de 2026, o Banco Central do Brasil formalizou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno DTVM. A decisão, tomada após uma série de problemas que incluíam deterioração da liquidez, descumprimento de normas e infrações às determinações da autarquia, também resultou no bloqueio imediato de bens pertencentes a controladores e administradores da instituição.

O que gerou maior atenção, no entanto, foi a identificação dos responsáveis pela condução do banco.

Nomes Chave na Direção do Banco Pleno

O Comunicado nº 43.628, divulgado em agosto de 2025, detalhou a aprovação de diversos cargos estatutários na estrutura do Banco Pleno. Destaque para Flávia Arruda, nomeada para o Conselho de Administração, e Ronaldo Vieira Bento, indicado para a Diretoria Executiva.

A situação se agravou com o conhecimento do envolvimento de Flávia Arruda com Augusto Ferreira Lima, conhecido como “Guga Lima”, que também figura como controlador do Banco Master e teve ligação com Daniel Vorcaro no mesmo banco.

A Herança do Banco Master e a Reconfiguração do Grupo

A origem da situação não foi um surgimento repentino. O Banco Pleno, antes operando como Banco Voiter, fazia parte de um conglomerado associado ao Banco Master. Após a crise envolvendo o Banco Master, o grupo passou por uma reconfiguração, e o Pleno passou a ser visto como uma continuidade dessa história, conforme apontam reportagens sobre o caso.

Essa complexa relação gerou um grande interesse público.

Riscos e Investigações em Andamento

A percepção de risco foi intensificada pela oferta de CDBs com retornos elevados em prazos curtos, realizada pelo Pleno pouco antes da liquidação. Instituições sob estresse frequentemente utilizam estratégias de captação agressivas. Além disso, a apuração do “caso Master” já havia gerado outras medidas e ampliado o impacto no Fundo Garantidor de Créditos, com estimativas de prejuízo acumulado que ultrapassaram R$ 52 bilhões.

A Operação Compliance Zero investigou suspeitas de carteiras de crédito fraudulentas, incluindo o controlador do Pleno.

Novas Perspectivas e o Envolvimento da CPMI do INSS

Decisões judiciais influenciaram a situação, com citações a movimentações no TRF em reportagens. A Comissão Parlamentar Mista de Inclusão Produtiva (CPMI) do INSS também entrou no debate, considerando a liquidação como mais um elemento político do tema.

O deputado Rogério Correia protocolou pedidos para convocar ex-integrantes do governo e solicitar a quebra de sigilos do banco em um recorte temporal, com suspeitas ligadas a consignados e menções ao Banco Regional de Desenvolvimento do Banco do Brasil (BRB).

O Banco Central do Brasil reafirmou seu compromisso em apurar responsabilidades e, conforme os resultados, poderá aplicar sanções administrativas e encaminhar informações ao Ministério Público Federal.

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