Economista-Chefe do Itaú: Diogo Guillen Retorna com Experiência de Destaque

Economista-chefe do Itaú Unibanco: Diogo Guillen retorna ao banco com experiência e visão estratégica! 🚀 Descubra como a trajetória do renomado economista

29/04/2026 12:28

2 min

Economista-Chefe do Itaú: Diogo Guillen Retorna com Experiência de Destaque
(Imagem de reprodução da internet).

Diogo Guillen Assume Cargo de Economista-Chefe no Itaú Unibanco

Diogo Guillen, renomado economista, acaba de assumir o cargo de economista-chefe no Itaú Unibanco, em um retorno estratégico ao banco após um período de atuação no Banco Central do Brasil. Sua chegada reforça a expertise do banco em cenários macroeconômicos e políticas monetárias, trazendo consigo uma trajetória rica e diversificada.

Guillen iniciou sua carreira no Itaú Unibanco entre 2015 e 2021, onde desempenhou funções de economista-chefe e, posteriormente, como head de ciência de dados, liderando pesquisas abrangentes para o Brasil e mercados internacionais. Antes disso, acumulou experiência na Gávea Investimentos e na Ventor Investimentos, consolidando sua atuação no setor privado.

Trajetória Acadêmica e Reconhecimentos

A formação de Guillen é sólida e abrangente. É graduado em Economia pela PUC-Rio, onde também obteve o mestrado, e possui doutorado pela Universidade de Princeton, uma das mais prestigiadas instituições acadêmicas do mundo. Durante sua trajetória acadêmica, recebeu a bolsa de mérito William G.

Bowen e o prêmio Harry G. A. Seggerman ‘49, reconhecimentos que atestam sua excelência em economia internacional.

Sua experiência se estendeu além do ambiente acadêmico, incluindo participações no Lindau Meeting of Nobel Laureates, além de experiências como pesquisador visitante no Federal Reserve de Minneapolis e no National Bank of Belgium, ampliando sua visão sobre questões econômicas globais.

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Atuação no Banco Central

Guillen teve um papel importante no Banco Central do Brasil, onde foi indicado durante o governo Jair Bolsonaro e integrou a diretoria responsável por formular cenários macroeconômicos. Sua atuação foi crucial no período de transição entre o ciclo de alta da Selic após a pandemia e o início do debate sobre possíveis cortes na taxa básica de juros, influenciando as decisões de política monetária.

Além disso, atuou como professor no Insper e na PUC-Rio, lecionando disciplinas de macroeconomia e economia monetária, demonstrando seu compromisso com a formação de novos talentos na área. Sua chegada ao Itaú Unibanco representa um reforço na equipe técnica do banco, com um profissional de grande visibilidade no mercado, academia e no cenário da política monetária.

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