Estudo Koin 2026: Veja como o BNPL e o Pix mudam o e-commerce brasileiro!
Estudo Koin 2026 revela o futuro do e-commerce! Saiba como o BNPL e o Pix estão mudando pagamentos no Brasil. Clique e confira!
Estudo Koin 2026 Aponta Transformações no Comércio Eletrônico Brasileiro
A Koin divulgou, durante um evento recente, a primeira edição do Estudo Koin 2026. Este material foi desenvolvido em colaboração com a GMattos e traça um panorama de profundas mudanças no cenário brasileiro de pagamentos. O relatório destaca o crescimento expressivo do Buy Now, Pay Later (BNPL), a diminuição da relevância do boleto e a crescente pressão sobre as margens e taxas de conversão dos negócios.
O Crescimento Dominante do BNPL no E-commerce
Segundo os dados apresentados, o BNPL, popularmente conhecido como “compre agora, pague depois”, já está implementado em 66% dos checkouts de e-commerce no Brasil, atingindo o maior patamar da série histórica. Além disso, lojas mais estabelecidas conseguem utilizar essa modalidade para gerar até 20% de seu faturamento total.
A Ligação entre BNPL e Pix Parcelado
Em entrevista ao BP Money, Ignacio Stagnaro, porta-voz da Koin, atribuiu o avanço do BNPL ao desenvolvimento do Pix parcelado no país. Ele observou que o consumidor busca cada vez mais opções de crédito, enquanto os lojadores obtêm uma ferramenta crucial para impulsionar suas vendas.
Stagnaro enfatizou que, atualmente, qualquer e-commerce brasileiro sem uma solução de Pix parcelado está em desvantagem competitiva. Ele também tranquilizou sobre a segurança, explicando que, no modelo da Koin, o lojista não assume o risco, pois a empresa absorve eventuais casos de fraude e inadimplência.
Mudança de Paradigma nos Meios de Pagamento
O estudo também evidenciou uma transformação significativa nos métodos de pagamento. O boleto, que antes representava mais de 85% de aceitação no e-commerce, caiu para 27% em 2026. Em contrapartida, o Pix consolida sua posição, representando mais de 30% das transações online.
Praticidade Impulsiona o Pix
Ignacio ressaltou que a principal razão para essa migração é a praticidade do Pix. O executivo apontou que o consumidor percebe o processo como muito mais simples que o boleto. Para os lojistas, os benefícios incluem uma liquidação mais rápida e uma conciliação de contas muito mais fácil.
Ele complementou que a opção Pix é significativamente mais ágil para acreditar, cobrar e conciliar em comparação com o boleto. Os próprios varejistas estão impulsionando o Pix, pois ele reduz custos operacionais e acelera o fluxo de caixa.
Fraude e Taxa de Aprovação: O Foco Estratégico
Outro ponto crucial abordado foi o impacto da fraude, que pode consumir até 1% da receita de um e-commerce, afetando diretamente as margens em um cenário já desafiador. Contudo, Ignacio sugeriu que muitos lojistas focam apenas na perda por fraude, ignorando um problema ainda maior: a baixa taxa de aprovação de pagamentos.
O Ganho Maior: Aumento da Conversão
Segundo ele, muitos e-commerces operam com taxas de aprovação entre 80% e 85%, o que significa perder até 10 pontos percentuais em conversão. A Koin, por sua vez, opera com mais de 97% de aprovação entre seus clientes no Brasil. Para Stagnaro, essa diferença representa um ganho de receita muito mais relevante do que o valor perdido com fraudes.
Ele concluiu que, em momentos de pressão sobre margens e vendas, soluções robustas de antifraude e Pix parcelado se tornam indispensáveis. Assim, o setor deve priorizar essas ferramentas para navegar pelo cenário de maior desafio previsto para 2026.
Autor(a):
Redação
Portal de notícias e informações atualizadas do Brasil e do mundo. Acompanhe as principais notícias em tempo real