Goldman Sachs prevê lucros e alta em mercados emergentes para 2025 e 2026

Goldman Sachs projeta retornos superiores em mercados emergentes, impulsionados por IA e queda nas taxas do Fed. S&P 500 mostra crescimento, mas com riscos

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(Imagem de reprodução da internet).

Investidores observaram ganhos notáveis no exterior durante 2025, impulsionados pelo otimismo em relação à inteligência artificial (IA) e pelas reduções nas taxas de juros implementadas pelo Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

Apesar de desafios, como as tarifas comerciais impostas durante o governo de Donald Trump, o índice S&P 500 alcançou um crescimento contínuo no terceiro ano consecutivo, registrando uma alta de 16%.

Mercados Emergentes como Prioridade

Para investidores que buscam perspectivas de longo prazo, o Goldman Sachs Wealth Management emitiu um alerta: o melhor cenário de investimento para os próximos cinco anos se encontra fora dos Estados Unidos. Uma análise interna do banco revelou que as ações de mercados emergentes apresentam um potencial de retorno superior.

Projeções do Goldman Sachs

“As ações de mercados emergentes têm o maior retorno esperado no cenário base, de 8%, ao qual atribuímos uma probabilidade de 55%”, declarou Sharmin Mossavar-Rahmani, diretora de investimentos do Goldman Sachs Wealth Management (GSWM), em seu relatório.

Volatilidade e Riscos

Apesar das projeções de retorno, o Goldman Sachs alertou que essa performance não estará isenta de flutuações. “A volatilidade em nosso cenário base para os emergentes é a maior entre todos os mercados”, afirmou o banco.

Desempenho do S&P 500

O índice S&P 500, representando as ações norte-americanas, ocupou a segunda posição no ranking de melhores retornos para os próximos cinco anos. As projeções do GSWM indicam um crescimento de 7% para os próximos 12 meses e um retorno médio de 6% em cinco anos.

Considerações Finais

As previsões do Goldman Sachs Wealth Management foram baseadas no aumento dos lucros das empresas, nos rendimentos de dividendos e nas mudanças esperadas nas avaliações de mercado. O banco ressaltou a menor volatilidade da economia americana como um fator importante para a previsibilidade dos fluxos de lucros corporativos.

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