Haddad Ataque a Tarcísio: “Taxa das Blusinhas” e a Batalha Fiscal em SP!

“Taxa das blusinhas” explode! Haddad acusa Tarcísio de Freitas e critica desinformação no debate sobre impostos em compras internacionais. Saiba mais!

02/04/2026 15:26

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(Imagem de reprodução da internet).

Fernando Haddad Defende que Cobrança sobre Encomendas Internacionais é Responsabilidade dos Estados

O pré-candidato a governador de São Paulo, Fernando Haddad (PT), defendeu que a cobrança de impostos sobre encomendas internacionais de até US$ 50, popularmente conhecida como “taxa das blusinhas”, tem uma forte ligação com as decisões dos estados, principalmente devido à incidência do ICMS.

Em entrevista ao ICL News, Haddad ressaltou que a responsabilidade pela tributação sobre essas compras não pode ser atribuída exclusivamente ao governo federal.

Segundo o ex-ministro, o ICMS, um imposto estadual, incide sobre essas compras com uma alíquota que varia entre 17% e 20%, dependendo do estado. Haddad enfatizou que a complexidade da questão tributária exige uma análise que considere a autonomia dos estados na definição de suas políticas fiscais.

O tema ganhou destaque nas redes sociais, com o apelido de “taxa das blusinhas”, embora a tributação sobre compras internacionais já existisse antes. A mudança recente se refere à redefinição das regras e alíquotas. Haddad criticou o que ele considera um “grave problema de desinformação” que permeia o debate, inclusive dentro do próprio cenário político.

Haddad afirmou que o Congresso Nacional aprovou a medida de forma unânime e que o texto não passou diretamente pela mesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes da sanção. Ele também mencionou a pressão do setor varejista nacional, que argumentava sobre a concorrência desleal com produtos importados mais baratos.

O ex-ministro também fez um comentário sobre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacando que o estado cobra ICMS sobre essas operações sem enfrentar a mesma contestação política que ocorreu em nível federal. Haddad reconheceu que existe uma “descalibragem” na concorrência enfrentada pelo varejo brasileiro, mas defendeu que a solução passa por uma análise mais abrangente e colaborativa entre os diferentes níveis de governo.

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