Ibovespa em alta e dólar cai: mercado brasileiro inicia 2026 com otimismo

Ibovespa abre em alta e dólar recua no mercado financeiro em 2026. B3 registra aumento de 0,25% e atenção aos indicadores econômicos.

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(Imagem de reprodução da internet).

O mercado financeiro brasileiro iniciou 2026 com sinais positivos. O Ibovespa, principal índice da B3, abriu em alta nesta sexta-feira, 2, registrando um aumento de 0,25% e atingindo os 161.522,00 pontos. Esse desempenho reflete a tendência de alta que caracterizou o final de 2025.

Ambiente de Mercado no Início do Ano

A abertura do pregão em janeiro, um período normalmente marcado por menor volume de negócios, viu pequenas movimentações suficientes para gerar oscilações no índice. Investidores retornavam às operações após o período de recesso.

Desempenho do Ibovespa em 2025

O Ibovespa encerrou 2025 com um desempenho notável, acumulando a maior alta desde 2016, impulsionado por resultados positivos.

Fatores que Influenciam o Mercado

O pregão foi influenciado por uma agenda econômica restrita, com dados sobre o mercado cambial, índices de gerentes de compras (PMI) no Brasil e nos Estados Unidos, e informações do Federal Reserve, como principais elementos. A baixa liquidez do mercado e a escassez de eventos relevantes contribuíram para um ambiente de cautela.

Temas em Destaque

Questões relacionadas ao quadro fiscal doméstico e as expectativas em relação à política monetária, incluindo a possibilidade de início de cortes na taxa Selic, permaneceram no radar dos investidores. Dados de mercado de trabalho mais fracos no final de 2025 também geraram divergências.

Câmbio e Dólar

No mercado de câmbio, o dólar recuou frente ao real no início de 2026. A moeda norte-americana à vista apresentava uma queda de aproximadamente 0,97%, sendo negociada a R$ 5,436 na venda. O contrato de dólar futuro para fevereiro, o mais ativo, também operava em baixa, refletindo o mesmo cenário de baixa liquidez.

Perspectivas para o Início do Ano

A combinação de um Ibovespa em alta e um dólar em queda sugere um começo de ano mais favorável aos ativos domésticos. No entanto, o mercado continua atento aos próximos indicadores econômicos e à intensificação do fluxo financeiro nas semanas seguintes.

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