Ibovespa em alta, Fed sob investigação e dólar futuro em viés negativo
Ibovespa em alta e atenção ao Fed: mercados atentos à agenda econômica global e brasileira. Jerome Powell ressalta independência das decisões do Fed.
Mercado Global e Brasileiro em Atenção à Agenda Econômica
A semana inicia-se sob o olhar atento aos indicadores econômicos, tanto no Brasil quanto internacionalmente, com foco em dados de atividade e inflação. Os mercados globais operam em zonas de sensibilidade, influenciados pela combinação de informações macroeconômicas e incertezas institucionais.
A expectativa é de que os dados e o ambiente político definam se o mercado retomará tendências de alta ou se manterá em fase de consolidação.
Indicadores e Expectativas
Investidores acompanham a Pesquisa Mensal de Serviços de novembro, com expectativa de alta de 0,1%, além das vendas no varejo e o IBC-Br. No âmbito inflacionário, o IGP-M de janeiro deve subir 0,20%, elevando a taxa acumulada em 12 meses para -1,1%.
A agenda econômica também inclui a análise do cenário político, com o recesso parlamentar limitando a atividade legislativa em Brasília.
Desenvolvimentos Externos: Fed e Mercados Americanos
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) é o principal foco de atenção, após uma investigação sobre os custos de reformas internas do banco. Jerome Powell, presidente do Fed, classificou a investigação como uma tentativa de interferência política.
Powell enfatizou que a decisão sobre as taxas de juros continuará baseada em evidências econômicas, e não em pressão política. O mandato de Powell termina em maio.
Mercado de Ações: Ibovespa Próximo da Máxima
O Ibovespa mantém a tendência de alta, fechando a última sexta-feira em alta de 0,27%, aos 163.370 pontos, acumulando ganho semanal de 1,76%. O IFR (14) está em 61,82, em zona neutra, indicando espaço para continuidade do movimento comprador. Para ganhar novo fôlego, o índice precisa superar a região de 163.660/164.263 pontos e, principalmente, romper a máxima histórica.
Dólar Futuro: Viés Negativo
No mercado de câmbio, o dólar futuro mantém um viés negativo no curto prazo, com o contrato negociando abaixo das médias móveis e mostrando dificuldade de reação mais consistente. O IFR (14) marca 42,75, ainda em zona neutra, mas com predominância de fluxo vendedor.
Autor(a):
Redação
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