Ibovespa em Crise? Guerra no Oriente Médio Ameaça e Estratégias para Abril

Ibovespa em crise? Guerra no Oriente Médio abala! 🚀 Analistas alertam e preveem riscos para seus investimentos em abril. Descubra as recomendações! 💰

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Ibovespa em Tempos de Incertezas: Análise e Recomendações para Abril

O mês de março foi marcado por uma queda de 0,70% no Ibovespa, impulsionada pela escalada da guerra no Oriente Médio e o aumento do preço do petróleo. O barril do Brent, que antes atingia os US$ 72, saltou para US$ 105, um aumento de quase 50% no mês, refletindo a aversão ao risco no mercado.

Apesar da turbulência, o final do mês trouxe um alívio com a mudança de tom, refletida na redução dos preços do petróleo, agora negociados em torno de US$ 100.

Análise do Mercado e Perspectivas para Abril

Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, destaca que o conflito no Oriente Médio continua sendo o principal vetor para o Ibovespa, com o mercado reagindo diretamente às novidades da guerra. A expectativa é que essa dinâmica se mantenha em abril, mas sem necessariamente ser um cenário negativo.

O analista acredita que um eventual acordo ou desescalada pode aliviar os ativos e melhorar as expectativas para os juros.

Recomendações de Ativos para Abril

Para abril, o “Onde Investir” apresenta diversas recomendações de ativos, incluindo ações, dividendos, fundos imobiliários, ativos internacionais e criptomoedas. A equipe da Empiricus sugere uma análise cuidadosa, considerando a volatilidade e as incertezas do mercado.

Ações e Dividendos

Apesar da alta recente das ações de petróleo e gás, a recomendação é de manutenção moderada de exposição às petroleiras Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), devido à capacidade dessas empresas de continuar gerando caixa e distribuindo dividendos, mesmo em cenários de preços do petróleo mais baixos.

A volatilidade também abre espaço para entradas pontuais em nomes de maior qualidade que sofreram quedas justificáveis, como Itaú (ITUB4), considerado um ativo defensivo.

Fundos Imobiliários

Com projeções inflacionárias elevadas, a percepção é de que o ciclo de queda da Selic pode ser mais lento. Isso aumenta a volatilidade, especialmente entre ativos de risco ligados à economia local, como os fundos imobiliários. A preferência migra parcialmente dos fundos de “tijolo” para os fundos de “papel”, especialmente os de crédito, de acordo com Caio Araújo, analista da Empiricus.

O fundo Clave Índices de Preços (CLIN11), atrelado ao IPCA, se destaca, assim como o Vinci Logística FII (VILG11).

Ativos Internacionais

Após um período turbulento em Wall Street, o analista Enzo Pacheco identifica um patamar equilibrado para os ativos norte-americanos. A Nvidia (BRD: NVDC34) é recomendada, com o analista observando que a empresa é negociada a um múltiplo de lucro atraente.

Criptomoedas

Após uma forte queda em janeiro e fevereiro, o bitcoin (BTC) ensaiou uma recuperação em março. No entanto, o analista Valter Rebelo destaca que o bitcoin atravessa um período prolongado de consolidação, que pode anteceder movimentos bruscos. O analista recomenda o Hyperliquid (HYPE), uma exchange descentralizada que “vem ganhando espaço frente a concorrentes centralizados”.

Renda Extra

Na estreia do bloco “Renda Extra”, o estrategista Matheus Spiess apresenta a carteira de renda extra da Empiricus, voltada à geração de renda passiva. O analista recomenda o ETF AREA11, lançado pela BTG Asset Management, que investe em títulos públicos atrelados à inflação e distribui rendimentos mensais, além de combinar exposição ampla via ETFs de dividendos com posições mais concentradas em nomes de alta convicção, como o Itaú Unibanco.

Para conferir tudo o que foi dito sobre cenário e bons ativos para o mês de abril, confira a íntegra do programa no vídeo abaixo:

Sair da versão mobile