Ibovespa em Rota Cativa: Crise no Mercado e Tempestade Global Assola o Brasil

Ibovespa tenta recuperação em semana de incertezas! Mercado em “Cinzas” acompanha crise no Oriente Médio e investigação no STF. Saiba mais!

18/02/2026 8:42

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(Imagem de reprodução da internet).

O Mercado em Cinzas: Análise da Quarta-Feira de Cinzas

A Quarta-Feira de Cinzas, marcada por um clima de reflexão e, claro, pela transição do Carnaval para a realidade, apresentou um pregão de recuperação no Ibovespa. Após a queda de 0,69% da última sexta-feira (13), a bolsa brasileira tentou reverter o cenário, mas a liquidez ainda era baixa.

Investidores acompanhavam de perto a divulgação do Boletim Focus, às 14h, e a nova operação da Polícia Federal, que investigava possíveis vazamentos de dados da Receita Federal envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A incerteza jurídica, somada a outros fatores, pesou sobre o ânimo do mercado.

Além das questões domésticas, o cenário internacional também influenciou as decisões. As bolsas asiáticas, com destaque para o Nikkei japonês em alta impulsionado por ações de farmacêuticas e metais, e a expectativa pela divulgação da produção industrial e da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em Wall Street, indicaram um pregão de ganhos.

A busca por juros baixos também motivou o encontro entre a ministra Sanae Takaichi e o chefe do BoJ (Banco do Japão), enquanto a alta do dólar e a tensão no Oriente Médio, com trocas ameaçadoras de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz, mantiveram o mercado em alerta.

Outros destaques da semana incluem a J&F, que colocou R$ 450 milhões na mesa para um possível IPO, e a pressão sobre as ações de empresas ligadas à inteligência artificial, que levou as autoridades chinesas a tentar conter a especulação excessiva.

A Mão Invisível, o banco norte-americano, ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras, enquanto a busca por juros baixos também motivou o encontro entre a ministra Sanae Takaichi e o chefe do BoJ (Banco do Japão).

A dinâmica do mercado também foi marcada por outras notícias, como a avaliação da Goldman Sachs sobre o setor de siderurgia, a expectativa pela divulgação de dados de inflação no varejo e o Índice de Preços ao Produtor (PPI) no Reino Unido, e a análise do Deutsche Bank sobre a resiliência do dólar em tempos de alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial.

A busca por juros baixos também motivou o encontro entre a ministra Sanae Takaichi e o chefe do BoJ (Banco do Japão).

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