Ibovespa Quebra Recorde com Commodities e Fluxo Estrangeiro Impulsiona Mercado
Ibovespa bate novo recorde histórico! Commodities e fluxo estrangeiro impulsionam a bolsa. Economista Christian Iarussi destaca apetite por risco em Wall Street
Ibovespa Alcança Novo Patamar Histórico Impulsionado por Commodities e Fluxo Estrangeiro
O Ibovespa encerrou a sexta-feira (23) em forte alta, atingindo um novo patamar histórico de 178.858,54 pontos. A performance robusta do índice reflete o impacto positivo das commodities e a continuidade do fluxo de investimentos estrangeiros no mercado brasileiro.
O economista Christian Iarussi, sócio da The Hill Capital, destacou que a valorização dos produtos básicos, somada à percepção de que a bolsa brasileira ainda opera com múltiplos baixos, tem mantido o apetite dos investidores estrangeiros.
Commodities e Fluxo Estrangeiro Impulsionam o Ibovespa
A alta das commodities, especialmente do petróleo, exerceu pressão positiva sobre as ações do setor de energia. As declarações do presidente Donald Trump sobre o Irã também contribuíram para o aumento dos preços, refletindo a tensão geopolítica no Oriente Médio.
A valorização do minério de ferro nos mercados asiáticos sustentou os papéis ligados à mineração, com a Vale figurando entre as maiores altas do dia.
Análise do Mercado Financeiro
Christian Iarussi ressaltou que a bolsa brasileira se aproxima novamente de máximas históricas, impulsionada pelo fluxo externo. Em contraste, as bolsas americanas operam em leve queda, pressionadas por indicadores de atividade mais fracos, incertezas sobre a política monetária e pela imprevisibilidade do ambiente político nos Estados Unidos.
Esses fatores reduzem o apetite por risco em Wall Street.
Juros Futuros em Compassamento de Expectativas
Os juros futuros permanecem praticamente estáveis, aguardando a “Super Quarta”, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) deve tomar uma decisão sobre a taxa Selic. A expectativa é de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião, com início do ciclo de afrouxamento monetário a partir de março.
A curva de juros reage pouco tanto ao comportamento do dólar quanto às oscilações dos rendimentos dos Treasuries.
Perspectivas para a Próxima Semana
Na semana que vem, o mercado aguarda a decisão de política monetária do Copom, com expectativa de manutenção da Selic em 15%. A decisão deve ser cautelosa, reconhecendo a melhora da inflação corrente, mas também reforçando que as expectativas seguem acima da meta, justificando a prudência.
Nos Estados Unidos, a expectativa é de manutenção dos juros pelo Federal Reserve, diante de dados econômicos mistos, volatilidade nos Treasuries e incertezas políticas.
Autor(a):
Redação
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