Ibovespa Quebra Recorde e Atinge 180 Mil Pontos, Mas Não Fecha em 180 Mil
Ibovespa quebra recorde, mas não atinge 180 mil pontos! Braskem lidera alta no pregão. Investidores estrangeiros impulsionam mercado.
Ibovespa Quebra Recorde, Mas Não Alcança a Marca de 180 Mil Pontos
O Ibovespa apresentou um desempenho notável nesta sexta-feira (23), superando os 180 mil pontos em determinado momento e registrando uma alta de 1,86%, fechando aos 178.858,54 pontos. O melhor desempenho do dia foi alcançado aos 180.532,28 pontos, uma marca inédita no mercado.
Essa performance foi impulsionada pela busca por ativos brasileiros por parte de investidores estrangeiros, que dominaram a última hora do pregão, especialmente através do ETF EWZ, negociado em Nova York.
Fluxos de Capital Externo e Perspectivas para 2026
Especialistas preveem um aumento significativo nos fluxos de capital externo para o mercado acionário brasileiro em 2026. Segundo a head de estratégia para América Latina, Emy Shayo, e Cinthya Mizuguchi, a tendência é de que investidores busquem diversificação fora dos Estados Unidos, impulsionados pela busca por melhores retornos e pela expectativa de que os juros lá fora continuem caindo.
Dados da B3 indicam que, em 2025, investidores estrangeiros movimentaram mais de R$ 2,8 trilhões em ações, um aumento de 15% em relação a 2024.
Desempenho do Ibovespa e de Outros Mercados
Apesar do desempenho positivo do Ibovespa, as bolsas de Nova York apresentaram resultados mistos. O Nasdaq avançou, impulsionado pelo setor de tecnologia, enquanto o Dow Jones e o S&P 500 registraram quedas. O dólar, por sua vez, manteve-se estável, com leve alta de 0,03% na semana.
O iene, por outro lado, valorizou-se em meio a especulações de intervenção no mercado cambial no Japão, e os yields dos treasuries apararam excessos recentes.
Ações em Destaque no Ibovespa
No Ibovespa, destaque para a Braskem (BRKM5), que liderou as maiores altas do dia com um avanço de 10,66%, seguida por CSN (CSNA3) com 6,29% e Prio (PRIO3) com 4,91%. Enquanto isso, o desempenho negativo foi liderado por Vivara (VIVA3), com queda de 5,06%; Pão de Açúcar (PCAR3), com baixa de 2,31%; e Caixa Seguridade (CXSE3), com perda de 1,90%).
Autor(a):
Redação
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