Ibovespa sobe 0,03% com força do setor de commodities e queda do dólar

Ibovespa sobe 0,03%, impulsionado por commodities e queda do dólar. Wall Street em cautela: Dow Jones avança, Nasdaq cai.

03/12/2025 14:19

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(Imagem de reprodução da internet).

O Ibovespa encerra o dia em alta, atingindo 161.193 pontos, com um aumento de 0,03%. O desempenho positivo do índice é impulsionado principalmente pelo setor de commodities, em um cenário internacional marcado por dados de emprego nos EUA e pela performance do mercado de ações de Wall Street.

A alta no setor de commodities, especialmente com o avanço do minério de ferro e a recuperação da produção da petroleira privada, contribui significativamente para a sustentação do índice.

Desempenho do Setor de Commodities

O forte desempenho das commodities, com destaque para o minério de ferro e a produção de petróleo, tem sido um fator crucial para a valorização do Ibovespa. A liderança do setor impulsiona o índice, oferecendo suporte em um contexto de incertezas no mercado global.

Cenário Internacional

Em Wall Street, o mercado americano inicia o dia com cautela, influenciado por revisões de projeções de vendas de inteligência artificial pela Microsoft e dados de emprego mais fracos nos EUA. A ADP divulgou dados de emprego que reforçam a expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) no próximo período.

Os indicadores de atividade econômica nos EUA apresentaram sinais mistos, com o Purchasing Managers’ Index (PMI) de serviços do Institute for Supply Management (ISM) em leve alta e o PMI composto da S&P Global mostrando desaceleração moderada. Os estoques de petróleo surpreenderam com um aumento inesperado.

Desempenho dos Índices Americanos

Os índices de Wall Street também apresentaram resultados distintos. O Dow Jones avançou 0,49%, o S&P 500 subiu 0,11% e o Nasdaq caiu 0,05%.

Impacto no Dólar

A expectativa de cortes de juros pelo Fed, impulsionada pelos dados de emprego e pelos indicadores econômicos, levou a uma queda no dólar, que foi cotado a R$5,31. A pressão sobre os títulos do Tesouro Americano também contribuiu para essa desvalorização.

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