Imposto de Renda: Oportunidade de Atualização de Imóveis com 5 Anos de Restrição!

Alerta! Atualização de Imóveis: Oportunidade com Armadilhas! ⚠️ Descubra as restrições que podem te prejudicar ao atualizar o valor do seu imóvel na declaração de Imposto de Renda. Saiba como funciona e por que é preciso cautela! #Impostos #Renda #Investimentos

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(Imagem de reprodução da internet).

Atualização de Imóveis: Uma Oportunidade com Restrições

A atualização do valor de imóveis na declaração de Imposto de Renda, que permite pagar um imposto reduzido sobre a valorização, pode parecer uma oportunidade interessante. No entanto, a legislação estabelece algumas restrições que podem tornar essa opção menos vantajosa para muitos contribuintes.

Como Funciona a Atualização

A Lei nº 15.265, de 21 de novembro de 2025, introduziu o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial na modalidade Atualização (Rearp Atualização). Essa modalidade permite que pessoas físicas e jurídicas atualizem o valor de seus bens, incluindo imóveis, e paguem um imposto sobre o ganho de capital em uma alíquota de 4% até 2031.

Para realizar a atualização, o contribuinte deve declarar o valor atualizado do bem na sua declaração de Imposto de Renda. O imposto sobre o ganho de capital será calculado com base nesse valor atualizado.

Restrições e Considerações

Apesar da alíquota de 4% ser atrativa, existem algumas restrições importantes a serem consideradas:

Simulações e Análises

Para determinar se a atualização do valor do imóvel é vantajosa, é recomendável realizar simulações e análises, considerando o prazo de carência, os fatores de redução do imposto e a possibilidade de mudanças nas regras tributárias. O Programa Ganhos de Capital (GCAP) 2026 pode ser utilizado para realizar essas simulações.

Conclusão

A atualização do valor de imóveis na declaração de Imposto de Renda pode ser uma opção interessante, mas é fundamental considerar as restrições e realizar análises cuidadosas antes de tomar uma decisão. A incerteza em relação às regras tributárias e o prazo de carência de cinco anos podem tornar essa opção menos vantajosa para muitos contribuintes.

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