Inflação nos EUA: Revisões para baixo e expectativa de juros baixos em 2026

Índice PCE mostra desaceleração da inflação! Revisões para baixo no ASA apontam para inflação abaixo de projeções do Federal Reserve em 2026.

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(Imagem de reprodução da internet).

O índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE), divulgado nesta quinta-feira (22), apresentou resultados alinhados às previsões dos analistas. No entanto, revisões para baixo em meses anteriores destacaram uma desaceleração mais acentuada da inflação anual.

Segundo Andressa Durão, economista do ASA, o dado de dezembro é crucial. “A inflação pode terminar o ano de 2026 abaixo das projeções do Federal Reserve”, declarou.

Revisões e Expectativas

As revisões para baixo contribuíram para diminuir a pressão inflacionária acumulada, alterando a perspectiva para as decisões futuras do banco central americano.

Projeções do Fed

O Federal Reserve iniciará 2026 com um cenário mais favorável, com inflação e desemprego apresentando números menores do que o esperado inicialmente.

“Esperamos uma manutenção da taxa de juros nos EUA ao longo de 2026”, afirmou Durão.

Impacto nos Mercados Financeiros

Quando a inflação americana excede as expectativas, investidores ajustam suas estratégias, apostando na manutenção de juros elevados pelo Federal Reserve.

Isso afeta diretamente o mercado de títulos do Tesouro americano, com aumento das taxas e fortalecimento do dólar em relação a outras moedas, como o real.

Reflexos no Mercado Brasileiro

Dados de inflação mais altos nos EUA podem pressionar ativos de risco, como ações e moedas de países emergentes, tornando-os mais atraentes para investimentos americanos.

Para o Brasil, um dólar mais forte aumenta o receio da inflação importada, encarecendo produtos e insumos importados e dificultando o trabalho do Banco Central, além de reduzir o espaço para possíveis cortes na taxa Selic.

Com as revisões para baixo e a perspectiva de inflação menor, o mercado ganha previsibilidade, oferecendo um ambiente mais estável para o planejamento de investimentos ao longo de 2026.

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