Lula da Silva realiza procedimentos médicos em São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu entrada em um hospital em São Paulo nesta sexta-feira, dia 24, para passar por dois procedimentos médicos. Segundo informações divulgadas pelo Palácio do Planalto, os procedimentos são considerados simples.
Devido a isso, a agenda oficial do chefe do Executivo foi reduzida ao longo do dia. Lula estava acompanhado pelo cardiologista Roberto Kalil Filho, médico que já acompanha o presidente em outros tratamentos.
Detalhes dos procedimentos e retorno à Brasília
A assessoria de imprensa do Planalto esclareceu que os procedimentos não demandam preparo prévio nem período de repouso após a cirurgia. O presidente chegou à capital paulista na noite de quinta-feira, dia 23.
Ainda não há uma data confirmada para seu retorno a Brasília, que pode ocorrer no domingo, dia 26, ou somente na segunda-feira, dia 27.
Tratamento focado em queratose
Um dos tratamentos realizados está ligado à queratose, uma alteração que afeta a camada mais superficial da pele. Essa condição pode apresentar um aspecto escamoso ou até verrucoso.
Existem vários tipos dessa condição, como a queratose actínica, a seborreica e a pilar. No caso da ceratose seborreica, que é geralmente uma lesão benigna, o tratamento costuma ser necessário apenas se houver desconforto, coceira ou questões estéticas.
Causas e tipos de queratose
A queratose actínica, uma das formas mais comuns, tende a aparecer em áreas mais expostas ao sol, como rosto, couro cabeludo, orelhas, colo, mãos e antebraços. Quando afeta os lábios, é chamada de queilite actínica.
Já a queratose pilar é mais comum na infância e causa pequenas elevações indolores, além de pele seca e áspera, com textura parecida com uma lixa, principalmente em braços, coxas e bochechas.
Retorno à rotina presidencial
O Planalto informou que os procedimentos não são considerados graves e não exigem um afastamento prolongado das atividades presidenciais. A expectativa é de que a rotina normal seja retomada nos próximos dias.
Não se espera que haja um impacto relevante nos compromissos institucionais do presidente.
