Mercado Acionário em Risco? Gestores Revelam Oportunidades Após Mudança de Governo!
Mercado acionário em xeque? Gestores alertam: mudança de governo abre oportunidades! André Lion e outros gurus analisam o futuro da bolsa com Lula em risco. Descubra as ações promissoras e prepare-se para lucrar!
Expectativas para o Mercado Acionário com Mudança de Governo
André Lion, sócio e CIO da Ibiuna Investimentos, apresentou uma perspectiva sobre o mercado de renda variável brasileiro caso o presidente Lula não venha a ser reeleito. A declaração foi feita durante a CEO Conference 2026, em painel mediado por Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.
Leonardo Linhares, sócio da SPX Investimentos, e William Dominice, sócio do BTG Pactual Asset Management, concordaram com a visão de Lion.
O Cenário de Alternância e Oportunidades
A principal premissa é que uma guinada à direita no comando do país poderia elevar a confiança do investidor e pressionar os juros reais para baixo, abrindo espaço para uma reprecificação relevante dos ativos locais. Dada a situação atual da bolsa, com a baixa alocação do investidor local, qualquer realocação de poupança ou renda fixa para ações teria um forte impacto nos preços.
O CIO da Ibiúna, Lion, não espera que a continuidade do governo seja tão desastrosa quanto parte do mercado acredita. Um eventual Lula 4 seria “mais do mesmo” e, caso os investidores passem a precificar um cenário mais negativo, despontariam boas oportunidades para comprar barato na bolsa.
Análise de Gestores e Setores Promissores
Leonardo Linhares, da SPX, demonstra preocupação com a possibilidade de o governo se manter no poder, mencionando o risco de o investidor estrangeiro perder a paciência com o Brasil caso a Selic permaneça elevada por muito tempo. William Dominice, do BTG Pactual, ressaltou que a continuidade da política fiscal e da trajetória da dívida está contratada. “A alternância, a bolsa pode ter uma performance assimétrica”, disse.
Dominice sugere olhar para setores menos concentrados, como Localiza (RENT3), buscando “geração de alfa” em empresas que não estão tão representadas nos índices de referência.
Foco em Empresas com Fundamentos Sólidos
Linhares defende olhar para exportadoras com fundamentos sólidos, mas que ainda não ganharam valor com o fluxo recente, citando a Suzano (SUZB3) como exemplo. Ele argumenta que, ao comparar a Suzano com empresas similares no mundo, o investidor estaria “de graça”.
O sócio da SPX também pondera que o setor de utilities, que sustentou parte do rali nos últimos anos, hoje oferece menos oportunidades. Lion, por sua vez, reforça uma postura mais conservadora na seleção de ativos, priorizando a liquidez e a resiliência à atividade econômica, preferindo companhias que consigam atravessar a incerteza sobre o futuro da economia brasileira.
Conclusão
Apesar das incertezas, a análise dos gestores sugere que, com uma mudança de governo, o mercado acionário brasileiro pode apresentar oportunidades de investimento, especialmente em empresas com fundamentos sólidos e vantagens comparativas claras. A chave para o sucesso reside na seleção criteriosa de ativos e na capacidade de adaptar a estratégia às mudanças no cenário econômico.
Autor(a):
Redação
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