Mercado Livre em Rotação: Ações Caem 10% e Investidores Analisam Janela de Oportunidade!

Mercado Livre em queda! Ações despencam 10% na Nasdaq após estratégia ousada. Investidores se perguntam: é oportunidade ou risco? Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Mercado Livre Enfrenta Desafios no Mercado Acionário

O Mercado Livre (MELI34) viu seus investidores preocupados após um desempenho abaixo do esperado, divulgado na noite de ontem (24). As ações da companhia na Nasdaq, bolsa de Nova York, registraram uma queda de mais de 10% por volta das 14h20. Essa reação negativa reflete, em parte, os investimentos que a empresa tem feito para manter sua posição no mercado brasileiro, incluindo a redução do valor mínimo de compra necessário para frete grátis.

Análise de Especialistas e Tendências de Mercado

Segundo o Itaú BBA, a estratégia do Mercado Livre de priorizar a defesa de sua liderança e intensificar os investimentos, mesmo que isso impacte a rentabilidade no curto prazo, é compreensível. A companhia busca se manter à frente de concorrentes como players asiáticos e a Amazon, como evidenciado pelo crescimento de 35% nas vendas (GMV) do Brasil entre outubro e dezembro de 2025, superando uma estimativa de crescimento de mercado de 20%.

Visões de Diferentes Instituições Financeiras

O Bradesco BBI e a XP Investimentos também oferecem perspectivas sobre a situação. O Bradesco BBI acredita que a decisão da empresa é acertada e que a leitura construtiva para o longo prazo permanece positiva, enquanto a XP Investimentos destaca métricas operacionais que reforçam a visão de que a estratégia está no caminho correto, como maior frequência de compra, aumento da retenção de usuários e níveis de baixa inadimplência.

Mercado Livre: Uma Janela de Oportunidade?

Analistas avaliam que a fase mais intensa de investimentos já passou, com a empresa elevando o “take rate” (a porcentagem que a plataforma retém sobre cada venda de terceiros) ao longo de 2026. Apesar de o lucro antes de juros e impostos (Ebit) ter ficado abaixo do esperado, a qualidade operacional do trimestre e o desempenho positivo em mercados como México e Argentina sugerem uma possível janela de compra para os investidores.

O Itaú BBA manteve a recomendação de compra para as ações, com um preço-alvo de US$ 2.850, indicando um potencial de valorização de quase 50%.

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