Ministro Gilmar Mendes Aposenta Dúvidas Sobre Novo Decreto Digital

Ministro Gilmar Mendes celebra novo decreto de plataformas digitais! STF avalia positivamente regulamentação que protege direitos online. Saiba mais!

24/05/2026 07:30

3 min

Ministro Gilmar Mendes Aposenta Dúvidas Sobre Novo Decreto Digital
(Imagem de reprodução da internet).

Novo Decreto das Plataformas Digitais é Celebrado por Ministro do STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, avaliou positivamente o novo decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que visa regulamentar a atuação das plataformas digitais no Brasil. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (21), é vista como um avanço significativo na proteção de direitos online, conforme entendimento do próprio STF.

Em sua postagem na rede social X, Gilmar Mendes destacou que o decreto representa uma concretização do trabalho do Supremo, que reconheceu a necessidade de ampliar a proteção dos direitos dos cidadãos na internet. Ele ressaltou que a regulamentação fortalece o Marco Civil da Internet, um marco legal fundamental para a internet no Brasil, e representa um passo crucial na regulação das redes sociais.

“O decreto dá concretude à decisão do STF que reconheceu que a proteção de direitos na internet exige uma releitura do artigo 19 do Marco Civil da Internet”, afirmou o ministro, enfatizando a importância da regulamentação para garantir a segurança e a liberdade de expressão no ambiente digital.

Detalhes da Regulamentação e seus Objetivos

O governo federal implementou dois decretos com o objetivo de atualizar as regras relacionadas ao funcionamento das plataformas digitais. A principal motivação por trás dessas medidas é o combate a fraudes, golpes e a disseminação de conteúdos criminosos que ocorrem no ambiente online.

O decreto busca trazer mais segurança para os usuários da internet.

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Além disso, o texto estabelece a responsabilização das plataformas digitais em casos de falhas recorrentes na prevenção de crimes que são impulsionados por publicidade paga. Isso significa que as empresas de plataformas serão mais responsáveis por monitorar e combater atividades ilegais que ocorrem em seus espaços.

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) também terá um papel importante na regulamentação, sendo responsável por fiscalizar e investigar infrações relacionadas ao Marco Civil da Internet. Essa atribuição visa garantir que a regulamentação seja efetivamente aplicada e que os direitos dos usuários sejam protegidos.

Novas Exigências e Deveres das Plataformas

O decreto estabelece novas exigências para empresas que comercializam anúncios, que agora deverão armazenar dados que permitam identificar os responsáveis por conteúdos ilegais. Essa medida facilita a identificação de responsáveis e a reparação de danos causados às vítimas de crimes online.

As plataformas digitais também terão um dever preventivo, atuando para impedir a circulação de conteúdos relacionados a crimes graves, como terrorismo, exploração sexual de crianças e adolescentes, tráfico de pessoas, incentivo à automutilação e violência contra mulheres.

Essa medida visa proteger os mais vulneráveis da internet.

Em casos envolvendo anúncios pagos, as empresas poderão ser responsabilizadas judicialmente se não adotarem medidas adequadas para evitar fraudes e crimes. A remoção de conteúdos, por outro lado, poderá ocorrer após notificação das plataformas, seguindo os procedimentos estabelecidos na regulamentação.

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