Miss Universo 2025: Polêmicas, Votos Ilegais e Segredos do Negócio de Franquias Revelados!

Edição caótica do Miss Universo desata polêmicas e revela segredos do negócio de franquias. Insultos, votos ilegais e renúncias marcaram o evento. Fátima Bosch é coroada campeã após polêmica

26/11/2025 16:00

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(Imagem de reprodução da internet).

Edição Caótica do Miss Universo Desata Polêmicas e Revela Segredos do Negócio de Franquias

A edição de 2025 do Miss Universo, principal concurso global de beleza do mundo, terminou na última sexta-feira (21) como um dos episódios mais caóticos da história do evento. O concurso, que celebra a beleza e a diversidade feminina, foi marcado por uma série de polêmicas que questionaram a integridade do processo e revelaram os bastidores de um negócio complexo e lucrativo.

Insultos, Votos Ilegais e Renúncias

O evento começou com um insulto público do organizador tailandês contra a Miss México, Fátima Bosch, por não publicar conteúdo suficiente sobre a Tailândia em suas redes sociais. A candidata acabou sendo coroada campeã, gerando suspeitas sobre a influência por trás do resultado.

A tensão aumentou com denúncias de voto ilegítimo, membros do júri abandonando o cargo e desistências repentinas. Para completar a semana, as misses da Estônia e da Costa do Marfim renunciaram aos seus títulos em protesto.

O Miss Universo como Negócio de Franquias

Por trás da glória e do glamour, o Miss Universo é essencialmente um negócio global de franquias. O concurso opera como uma marca global de entretenimento, sustentada por mídia, publicidade e royalties pagos pelos próprios países participantes.

Assim como a McDonald’s, cada país paga para licenciar a marca em seu território e ter o direito de realizar seu concurso nacional, enviar sua representante e usar oficialmente o nome do evento.

Donald Trump e a Expansão de Negócios

Por quase 20 anos, entre 1996 e 2015, um dos donos do Miss Universo foi ninguém menos que Donald Trump. O empresário tornou o concurso uma peça estratégica na expansão de seus negócios ao redor do mundo. Ele unia o útil ao agradável, utilizando o evento para impulsionar negócios em países onde tinha interesses comerciais e para reforçar seu networking com empresários, políticos e celebridades.

Polêmicas e Comentários Ofensivos

Ex-candidatas relatam que Trump participava da escolha das finalistas, favorecendo aquelas vindas de países onde ele queria expandir seus negócios ou onde o programa tinha maior audiência. O empresário também não se poupava de comentários ofensivos, como chamar a primeira vencedora do seu comando, a venezuelana Alicia Machado, de “Miss Housekeeping” (miss dona de casa), por ser latina, e de “Miss Piggy” (miss porquinha), depois de ganhar peso após o desfile.

Relevância Apesar das Polêmicas

Apesar das polêmicas e da queda de audiência em alguns países, o Miss Universo continua relevante. A estrutura de franquias garante presença em mais de cem países, cria um fluxo constante de receita via licenciamento e mantém o interesse de TVs, patrocinadores e plataformas digitais que continuam enxergando valor comercial no evento.

Para as candidatas, essa relevância se traduz em oportunidade: a campeã Fátima Bosch recebeu um salário anual de US$ 250 mil, prêmio em dinheiro de valor semelhante, além de moradia, viagens e aparições públicas bancadas pela organização. Ela também levou a coroa Lumière de l’Infini, avaliada em mais de US$ 5 milhões.

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