O Banco do Brasil (BBAS3) realmente se destaca em relação ao Itaú? Analista afirma: “É o melhor Banco do Brasil”
O Banco do Brasil (BBAS3) é realmente superior ao Itaú (ITUB4). Pelo menos, é o que afirma o diretor financeiro (CFO) da instituição pública, Geovanne Tobias.
No início do ano, Tobias já havia agitado o mercado ao declarar que “não precisava convencer os analistas, não era o Itaú, era muito melhor”.
Após dois trimestres consecutivos de resultados fracos, incluindo uma queda no lucro líquido acima de 60% e um ROE de apenas 8%, o menor desde 2000, no 2T25, o executivo mantém a posição.
Não tenho dúvidas de nossa capacidade e da nossa qualidade de sermos o melhor banco do Brasil. Não tenho dúvida. O Itaú, sem dúvida alguma, entregou um resultado lindo, mas é outro modelo de negócios. Fazer o que o Banco do Brasil faz, mesmo com esses altos e baixos… é isso que traz a emoção. E o Brasil é isso, não somos Suíça.
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Para o diretor financeiro, a situação já piorou significativamente, mas, com o lançamento do novo Plano Safra, o banco terá condições de controlar o aumento da inadimplência.
Ainda assim, ele adverte que não é o momento de discutir a retomada dos resultados. “Não espere uma lucratividade próxima à de 2024. Este ano será de dígitos baixos de dois algarismos, visando níveis médios a altos de dezesseis anos apenas em 2026”, declarou.
A contribuição para os resultados, segundo Tobias, decorre da Resolução 4.966. “Se não estivéssemos nesse cenário, teríamos economizado R$ 6 bilhões em provisões.”
Em 2025 será fundamental implementarmos essa “parada para correção” e nos preparamos para a recuperação da nossa lucratividade a partir de 2026. Já atingimos o ponto mais baixo? Não se trata de um ponto baixo, trata-se de efetivamente realizarmos os ajustes necessários e de trazermos de volta essa rentabilidade,” declarou o executivo.
O investidor deve abandonar as ações da Banco do Brasil?
A diretora executiva Tarciana Medeiros comunicou diretamente aos acionistas que não é o momento de o investidor minoritário abandonar as ações do Banco do Brasil (BBAS3).
A diretora afirmou: “Aqueles que já possuem a ação, devem mantê-la; e aqueles que não a detêm, devem adquirir.”
Esperem até 2025 para recebermos no mercado o que nos propomos a entregar, e 2026 será um ano de recuperação. E os pequenos investidores que depositaram suas economias e suas expectativas de dividendos no Banco do Brasil, serão devidamente recompensados.
O diretor financeiro também ressaltou que representaria uma oportunidade interessante para investidores interessados na BBAS3.
O ciclo se encerra e o Banco do Brasil voltará ao nível de rentabilidade que possuía anteriormente. Portanto, é um bom momento para investir, mesmo considerando o rendimento, que também não é desfavorável, afirmou Tobias, referindo-se ao menor pagamento de dividendos.
Fonte por: Seu Dinheiro
Autor(a):
Redação
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