Odontoprev x Bradesco: Decisão Crucial e R$ 12,39 por Ação em Jogo!

Odontoprev (ODPV3) em xeque: Fusão com Bradesco e o futuro dos investidores! 🚀 Decisões cruciais para acionistas. A Bradsaúde surge e o que esperar? Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Odontoprev (ODPV3) Enfrenta uma Encruzilhada: Fusão com o Bradesco e o Futuro dos Acionistas

Investidores da Odontoprev (ODPV3) estão diante de uma decisão crucial: aceitar a fusão com o Bradesco (BBDC4) ou buscar uma saída, monetizando suas participações. A operação, que culminará na criação da Bradsaúde, representa uma mudança significativa na estrutura societária e no potencial de crescimento da empresa.

A encruzilhada surge com a promessa de um futuro mais amplo e rentável, mas também com a incerteza de uma diluição expressiva da participação acionária.

A Nova Estrutura e o Potencial da Bradsaúde

A fusão visa criar uma holding com receita combinada estimada em R$ 52 bilhões, lucro líquido de R$ 3,6 bilhões e rentabilidade de 24%. A Bradsaúde, conforme projetado, pode alcançar um valor de mercado entre R$ 40 bilhões e R$ 50 bilhões. O Bradesco, que manterá 91,35% do capital, espera capturar um valor que atualmente está diluído em seu balanço consolidado, além de abrir novas avenidas de crescimento através da Bradsaúde, seja por meio de captações de recursos ou sinergias comerciais.

Opções para os Acionistas Minoritários da Odontoprev

Para os investidores da Odontoprev, a decisão é clara: apostar na escala e diversificação da Bradsaúde ou buscar uma saída. Aqueles que detinham ODPV3 antes da abertura do mercado em 27 de fevereiro de 2026 e votarem contra, se abstiverem ou não comparecerem à assembleia, terão o direito de retirada, com um valor fixo de R$ 12,39 por ação, calculado com base no valor econômico da companhia ao fim de 2025.

Essa opção é considerada mais vantajosa do que um critério puramente baseado no patrimônio líquido a preços de mercado.

O Impacto no Bradesco (BBDC4)

Do ponto de vista do Bradesco (BBDC4), a operação é mais estratégica do que societária. A reorganização não altera o capital social do banco, nem gera direito de retirada para seus acionistas minoritários. O potencial ganho aqui é a capacidade de capturar melhor a precificação do ativo na divisão de saúde, além de abrir novas avenidas de crescimento por meio da Bradsaúde.

Próximos Passos e Considerações Regulatórias

O cronograma prevê assembleias gerais extraordinárias entre março e abril de 2026 para deliberar sobre a operação. Além da aprovação societária, a integração depende de autorização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) — o último grande passo regulatório.

A nova companhia permanecerá listada no Novo Mercado da B3 e terá de recompor gradualmente o free float, que deve começar abaixo de 9%, nas mãos dos atuais minoritários da Odontoprev.

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