Operação Compliance Zero: Polícia Federal ganha liberdade inédita no caso BRB!

Polícia Federal ganha autonomia na Operação Compliance Zero! Investigação do BRB e Banco Master avança com decisão ousada de Mendonça. Saiba mais!

20/02/2026 13:09

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(Imagem de reprodução da internet).

Operação Compliance Zero: Polícia Federal Ganha Mais Autonomia na Investigação

A Polícia Federal deve concluir nos próximos dias a primeira fase da Operação Compliance Zero, que investiga o envolvimento do Banco de Brasília (BRB) e o caso relacionado ao Banco Master. O avanço na investigação ocorreu após o ministro André Mendonça, responsável pelo caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ampliar a autonomia da PF, conforme revelado por fontes próximas ao inquérito.

A primeira fase da operação, iniciada em novembro do ano passado, focou no controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, que permanece preso preventivamente, e no afastamento do então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. A segunda fase, lançada em janeiro, inclui o empresário Nelson Tanure e continua em andamento.

Mudanças na Condução do Inquérito

Inicialmente, a PF não possuía total liberdade para analisar os materiais apreendidos e obter quebras de sigilo, conforme apontado por fontes internas. A mudança significativa ocorreu na quinta-feira, quando Mendonça reduziu o nível de sigilo da investigação para o nível III.

Essa decisão permite que os policiais diretamente envolvidos na investigação tenham acesso aos documentos e possam coletar depoimentos nas dependências da corporação. Essa flexibilização representa um ponto de virada no processo.

Relembrando o Caso Banco Master

O caso do Banco Master estava sob a relatoria do ministro Dias Toffoli até a semana passada. Durante esse período, medidas restritivas limitaram o acesso da PF aos documentos e exigiram que os depoimentos fossem prestados no próprio STF.

Após questionamentos da corporação, formalizados em um relatório ao presidente da Corte, Edson Fachin, Toffoli deixou a relatoria do caso. André Mendonça assumiu a responsabilidade e, em reunião com os delegados, sinalizou a liberdade para aprofundar as apurações.

Autonomia para os Delegados

A decisão de Mendonça estabelece que apenas autoridades e agentes diretamente ligados à investigação terão acesso às informações. Essa medida visa reforçar o sigilo profissional, incluindo a proteção de superiores hierárquicos.

Adicionalmente, o despacho permite que os delegados não precisem repassar integralmente os dados à Diretoria de Inteligência, responsável por casos sensíveis da instituição. Essa autonomia contribui para agilizar o processo investigatório.

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