Ouro Dispara à La Carte com Decisão do Fed em Foco e Austan Goolsbee no Radar!

Ouro dispara com expectativa pela ata do Fed! Metal sobe 1,48% e atinge US$ 4.978,60. Atenção à decisão do banco central e ao futuro do ouro!

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(Imagem de reprodução da internet).

Ouro Alcança Novo Patamar de Preços com Expectativa por Decisão do Fed

O mercado de ouro testemunhou um forte movimento de alta nesta quarta-feira (18), impulsionado pela antecipação da divulgação da ata da reunião do Federal Reserve (Fed). Por volta das 10h40 (horário de Brasília), o metal avançava 1,48%, atingindo a cotação de US$ 4.978,60 por onça-troy.

A valorização demonstra o interesse dos investidores em obter mais informações sobre as futuras decisões do banco central.

A prata também acompanhou a tendência de alta, registrando um aumento de 3,89%, com a cotação em US$ 76,40. O desempenho do ouro reflete a busca por ativos considerados seguros em um cenário de incertezas econômicas e geopolíticas.

Fatores que Impulsionam o Mercado

A recuperação do ouro se deve, em parte, ao enfraquecimento do dólar americano e à diminuição das tensões entre Estados Unidos e Irã. Esses fatores reduzem a demanda por ouro como um porto seguro, elevando seu valor no mercado.

Além disso, o fechamento de mercados asiáticos devido ao feriado do Ano Novo Lunar contribuiu para a menor liquidez global, impactando positivamente o preço do ouro.

Ata do Fed e Expectativas de Juros

O foco do mercado agora está na ata da reunião do Fed, que pode fornecer novos sinais sobre o ritmo de cortes de juros ao longo do ano. A divulgação da ata é crucial para entender as perspectivas do banco central em relação à política monetária.

O índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE), principal indicador de inflação do Fed, será divulgado na sexta-feira. O dado influenciará as expectativas sobre o início do ciclo de flexibilização monetária, com investidores projetando o primeiro corte de juros em junho, segundo a ferramenta FedWatch do CME Group.

Ouro e Taxas de Juros

Como o ouro não gera rendimentos, seu preço tende a subir em ambientes de juros mais baixos, onde o custo de oportunidade de manter o ativo diminui. As declarações recentes do presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, e do diretor do Fed Michael Barr, reforçam a possibilidade de cortes de juros ainda em 2026, caso a inflação continue a desacelerar.

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