Paulo Henrique Costa Solicita Nova Oitiva no Caso Master: Revelações Surpreendem!

Paulo Henrique Costa busca nova oitiva no caso Master! Detalhes chocantes sobre o Banco Master vêm à tona. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

O ex-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Brasil (BRB), Paulo Henrique Costa, solicitou à Polícia Federal (PF) uma nova oitiva em relação às investigações do caso Master. A solicitação, formalizada em 30 de dezembro de 2025, ocorreu após uma audiência no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a defesa, a iniciativa visa esclarecer possíveis inconsistências no caso, sem qualquer ligação com a possibilidade de um acordo de colaboração premiada, conforme declarado pelo advogado Cleber Lopes.

Contexto das Investigações

A solicitação de nova oitiva surge em um momento de intensificação das investigações. Inicialmente, após uma primeira audiência no STF, o ministro Dias Toffoli determinou que cada envolvido – Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro (dono do Banco Master) e Ailton de Aquino Santos (diretor de Fiscalização do BC) – prestasse depoimento individualmente antes de qualquer confronto direto.

A decisão foi motivada pela repercussão das informações.

Mudanças no Processo

Recentemente, o STF transferiu a relatoria do caso para outro ministro, em meio a um aumento do escrutínio sobre o processo. Essa mudança ocorreu em um contexto de análise aprofundada das evidências e dos desdobramentos da investigação.

Anotação e Preocupações Financeiras

Um ponto central da investigação envolve uma anotação apreendida no BRB. De acordo com a Polícia Federal, o registro revelava a preocupação com a saúde financeira do Master durante discussões sobre a compra de carteiras de crédito. A frase registrada no documento era: “Presidente afirmou novamente que faz-se necessário efetuar as compras de carteiras (…) e que, se não houver, o Master vai quebrar”.

Declarações de Paulo Henrique Costa

Ao ser questionado sobre a declaração, Paulo Henrique Costa negou que a frase representasse uma tentativa de “salvar” o Master. Ele explicou que o objetivo era “ganhar tempo” para que a substituição das carteiras ocorresse. Segundo ele, a situação exigia “ganhar tempo para que a gente pudesse substituir as carteiras”, em função da dificuldade de interlocução com as áreas operacionais.

Transação do Master: Detalhes e Mudanças

Em março de 2026, o BRB anunciou a operação de compra do Master por R$ 2 bilhões. No entanto, ao longo das negociações, o valor da transação foi reduzido. Reportagens indicam que mais de R$ 50 bilhões em ativos foram retirados da operação durante a fase de diligência, em meio a suspeitas sobre a qualidade das carteiras de crédito compradas.

Responsabilidades Executivas

Paulo Henrique Costa afirmou que cobrou Daniel Vorcaro quando a área técnica identificou problemas nas carteiras compradas. Ele justificou a ação pela dificuldade de comunicação com as áreas operacionais, ressaltando que, como executivo, era sua responsabilidade escalar e cobrar decisões em níveis superiores.

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