Pedidos de Seguro-Desemprego nos EUA Caem Surpreendentemente – O Que Significa para o Mercado!

Pedidos de seguro-desemprego nos EUA caem surpreendentemente! 206 mil pedidos na semana de 14 de fevereiro. Veja as implicações para o mercado e o Federal Reserve (Fed)

19/02/2026 11:10

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(Imagem de reprodução da internet).

Pedidos de Seguro-Desemprego nos EUA Caem, Mas Atenção aos Continuados

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos Estados Unidos registraram 206 mil na semana que encerrou em 14 de fevereiro, conforme divulgado pelo Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (19). O número representou uma redução de 23 mil em relação à leitura revisada da semana anterior, que apontava 229 mil solicitações.

Essa queda surpreendeu os analistas, que projetavam um número de 223 mil pedidos.

Este dado é considerado um termômetro do mercado de trabalho americano e, por isso, está sendo observado de perto pelos investidores. Ele ajuda a avaliar a situação das demissões e, consequentemente, a trajetória das taxas de juros nos Estados Unidos, que são influenciadas pelo Federal Reserve (Fed).

Indicador Suavizado e Atenção aos Beneficiários Contínuos

A média móvel de quatro semanas dos pedidos iniciais apresentou uma leve queda, recuando para 219 mil. Essa redução de 1 mil na comparação com a semana anterior revisada ajuda a diminuir o ruído semanal do indicador, oferecendo uma visão mais clara da tendência do mercado de trabalho.

Paralelamente, os pedidos continuados – que medem quantas pessoas ainda recebem o benefício do seguro-desemprego – subiram para 1,869 milhão na semana que terminou em 7 de fevereiro. Esse aumento de 17 mil sugere que parte dos desempregados está demorando mais para conseguir uma nova colocação no mercado de trabalho.

Implicações para o Mercado Financeiro

Quando os pedidos iniciais de seguro-desemprego caem, o mercado tende a interpretar como um sinal de que as demissões estão sob controle. Por outro lado, um aumento nos pedidos continuados indica que a velocidade de recontratação está mais lenta.

O dado divulgado hoje, portanto, aponta para uma estabilidade nas demissões, mas também sinaliza um fluxo de recolocação menos dinâmico.

Investidores agora acompanharão de perto esses números em conjunto com outros indicadores econômicos, ajustando suas apostas sobre a inflação e as decisões do Fed em relação às taxas de juros.

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