Petróleo em Queda Livre: Ações Recuam e Brasil Dispara Produção em 2025!

Petroleo em Queda: Ações Recuam e Mercado Reage! 🚀 Ações da PETR3 e PETR4 despencam! Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Petróleo em Queda: Ações de Petroleiras Recuam e Mercado Reage

As ações das empresas do setor petrolífero enfrentaram uma forte queda nesta segunda-feira, impulsionada pela queda nos preços do petróleo no mercado internacional. Por volta das 12h00 (horário de Brasília), a PETR3 apresentava uma variação de 2,77%, negociada a R$ 39,27, enquanto a PETR4 cedia 2,62%, com preço em R$ 36,77.

O movimento de queda se estendeu a outras petroleiras listadas, como PetroRecôncavo, Brava Energia e PRIO, que registravam declínios entre 1,5% e 4%, refletindo o mau humor do mercado de commodities.

A pressão sobre o setor veio acompanhada de uma significativa queda no preço do petróleo Brent. A cotação do Brent recuou cerca de 4% na manhã de segunda-feira, com o mercado reagindo a um sinal de desescalada nas tensões entre Estados Unidos e Irã.

A fala do ex-presidente Donald Trump, que indicou que o Irã estava “conversando seriamente” com Washington, foi um dos fatores que contribuíram para essa mudança de perspectiva.

Além do cenário geopolítico, a valorização do dólar americano também exerceu pressão sobre os preços das commodities negociadas em moeda norte-americana. Essa dinâmica contribuiu para o movimento de realização de ganhos no mercado de petróleo.

O cenário atual reflete a sensibilidade do mercado em relação à oferta e demanda de petróleo, especialmente após a decisão da Opep+ de manter a produção inalterada para o mês de março.

Em paralelo, dados internos revelaram um aumento expressivo na produção de petróleo no Brasil. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que a produção de petróleo no país cresceu 12,3% em 2025, impulsionada pelo desenvolvimento de novas unidades de exploração no pré-sal.

Esse aumento no fornecimento brasileiro intensifica a competição no mercado global, especialmente em um momento em que a preocupação com o excesso de oferta é uma discussão central no setor.

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