Ricardo Magro: Interpol analisa pedido de extradição em caso bilionário

Polícia Federal busca Ricardo Magro na Interpol! Operação Sem Refino investiga fraudes bilionárias. Extradição solicitada após ordem de Alexandre de Moraes.

18/05/2026 17:25

2 min

Ricardo Magro: Interpol analisa pedido de extradição em caso bilionário
(Imagem de reprodução da internet).

Polícia Federal Solicita Extradição de Empresário Ricardo Magro para a Interpol

A Polícia Federal (PF) formalizou hoje a solicitação de extradição do empresário Ricardo Magro para a Difusão Vermelha da Interpol. O pedido, feito no sábado (16), foi resultado de uma ordem emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a busca e apreensão de Magro no contexto da Operação Sem Refino.

A operação também visou o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que passou por buscas e apreensão na sexta-feira (15).

A investigação da PF aponta Ricardo Magro como um dos principais responsáveis por fraudes bilionárias. O pedido à Interpol detalha as suspeitas de fraudes fiscais e sonegação de impostos, com estimativas que apontam para um prejuízo de até R$ 52 bilhões.

Os investigadores consideram Magro um dos maiores sonegadores do país, e a operação Sem Refino está focada em desmantelar um suposto esquema de sonegação tributária envolvendo empresas ligadas ao grupo Refit, antigo operador da Refinaria de Manguinhos.

Análise da Interpol e Possibilidade de Prisão Internacional

Após receber a documentação da PF, a Interpol iniciará uma análise técnica para avaliar o pedido de inclusão do nome de Ricardo Magro na lista de procurados internacionais. Se a organização policial aceitar a solicitação, qualquer país membro da rede de cooperação policial poderá efetuar a prisão do empresário.

Leia também

A investigação indica que Magro está fora do Brasil há pelo menos dez anos.

Operação Sem Refino Amplia Apurações

A Operação Sem Refino não se limita apenas às fraudes fiscais e à lavagem de dinheiro. As apurações também investigam possíveis conexões com organizações criminosas no mercado de combustíveis. A suspeita é que o grupo Refit tenha utilizado empresas vinculadas ao esquema para movimentar recursos em operações de sonegação, que estão sob monitoramento há anos pelos órgãos federais.

A investigação busca identificar a extensão do esquema e os envolvidos.

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