Santander reforça caixa para acionistas: Saiba como receber os R$ 1,65 bilhão em 2026!

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Santander Reforça Distribuição para Acionistas com Juros sobre Capital Próprio

O Santander Brasil (SANB11) anunciou mais uma vez o reforço do caixa destinado aos seus acionistas. O banco aprovou, nesta sexta-feira, dia 10, a distribuição de R$ 2 bilhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), mantendo o ritmo de pagamentos ao longo de 2026.

A decisão foi formalizada pelo conselho de administração e, embora ainda precise ser aprovada na assembleia geral, já possui validade prática. Após a incidência do imposto de renda, o montante líquido que será efetivamente distribuído totaliza R$ 1,65 bilhão.

Detalhes da Distribuição por Tipo de Ação

Para os investidores, os valores brutos por ação variam conforme o tipo de papel. O acionista de papel ordinário (SANB3) receberá R$ 0,25, enquanto o preferencial (SANB4) terá direito a R$ 0,28 por unidade.

Quem possui units (SANB11) terá um pagamento bruto de R$ 0,53 por papel. Contudo, após o desconto do imposto, os valores ajustados ficam em R$ 0,21 para a ação ordinária, R$ 0,23 para a preferencial e R$ 0,44 para a unit.

Condições para Receber o JCP

O banco esclareceu que este pagamento não é um valor extraordinário. Os JCP serão integralmente deduzidos dos dividendos obrigatórios referentes a 2026. Essa é uma prática comum no setor bancário, visto que o instrumento oferece maior eficiência fiscal.

Para garantir o direito a este provento, é fundamental estar posicionado nas ações até o encerramento do pregão em 20 de abril de 2026. A partir do dia 22 de abril, os papéis começarão a ser negociados na condição “ex-JCP”, o que impede que novos compradores participem desta distribuição.

Cronograma e Contexto do Movimento Financeiro

O pagamento dos valores está previsto para ocorrer no dia 7 de maio. Após essa data de corte, a cotação da ação tende a sofrer um ajuste equivalente ao valor do provento. Assim, o investidor pode optar por comprar antes para assegurar o recebimento ou aguardar o ajuste, entrando no papel por um preço teoricamente menor, mas sem direito ao JCP.

Este movimento ocorre em um cenário de resultados resilientes do Santander. No quarto trimestre de 2025, o banco apresentou um retorno sobre o patrimônio (ROE) de 17,6%, indicando a manutenção de uma rentabilidade em patamares elevados.

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