Senador Viana Ataca Motta e Alcolumbre Sobre CPI do Banco Master

Senador Viana Acusa Tentativa de Engavetamento de CPI do Banco Master
O senador Carlos Viana intensificou sua crítica ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, após declarações sobre a possível abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master. A controvérsia surgiu após Motta afirmar no domingo (17) que daria um “tratamento regimental” aos pedidos de CPI apresentados no Congresso.
A declaração gerou descontentamento entre parlamentares da oposição, que a interpretaram como uma obstrução ao processo.
Em suas redes sociais, o senador Carlos Viana classificou a fala de Motta como “sinônimo de gaveta”, argumentando que a expressão representa uma tentativa de impedir que o tema seja devidamente investigado. Segundo o parlamentar, o “tratamento regimental” mencionado seria, na prática, uma forma de arquivar o caso sem uma análise aprofundada.
Ele ressaltou que o presidente da Câmara já teria “se entregado” ao Banco Master, comprometendo a busca por justiça.
Críticas se Estendem ao Presidente do Senado
Além de atacar Hugo Motta, o senador Carlos Viana também direcionou críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O parlamentar do PL expressou a expectativa de que Alcolumbre demonstrasse que ainda existem limites a serem respeitados no país.
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Viana busca pressionar Alcolumbre a tomar uma posição firme em relação à CPI do Banco Master, considerando a importância de garantir a transparência e a responsabilização.
Oposição e Divergências na Base Governamental
O senador Carlos Viana também criticou a postura de alguns partidos ligados ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação à CPI do Banco Master. Ele apontou que, embora integrantes da base governamental defendam a iniciativa nas redes sociais, eles se mostram hesitantes em formalizar o apoio no Congresso.
O senador destacou o contraste entre o discurso público e a falta de ação, mencionando o PT, que em suas redes sociais manifesta apoio à CPI, mas não se manifesta formalmente para propor a criação da comissão.
Autor(a):
Redação
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