Shoppings Brasileiros: Análise de Impacto e Projeções de Vendas para 2025!

Allos (ALOS3), Multiplan (MULT3) e Iguatemi (IGTI11) lideram projeções em shoppings! Descubra o que esperar do setor no 4T2025

31/01/2026 13:41

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(Imagem de reprodução da internet).

Perspectivas para o Setor de Shoppings no Final de 2025

O mercado de shoppings brasileiros deve apresentar um quadro de relativa estabilidade no quarto trimestre de 2025. Uma análise do BTG Pactual aponta para a repetição de tendências observadas no trimestre anterior, com um crescimento das vendas, embora em ritmo mais moderado.

O setor logístico, por outro lado, deve continuar a apresentar um desempenho superior, impulsionado pela demanda contínua e pelo aumento do valor médio das compras.

Desempenho de Principais Shoppings

A Allos (ALOS3) deve registrar um quarto trimestre com crescimento moderado nas vendas, projetando um aumento de 3% a 4% no SSS (Same Store Sales) e uma receita líquida estimada em R$ 839 milhões. O FFO por ação deve atingir R$ 0,88, com uma leve queda de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Multiplan (MULT3) também projeta um crescimento de cerca de 5% no SSS para o quarto trimestre, com uma receita líquida estimada em R$ 716 milhões e um recuo de 2% na base anual. O FFO por ação deve somar R$ 0,69, com uma queda de 3% em relação ao 4T24, mantendo uma leitura de resultados sólidos, porém sem grandes destaques no fluxo de caixa.

A Iguatemi (IGTI11) deve registrar um desempenho mais forte nas vendas, com uma projeção de crescimento de aproximadamente 6% no SSS e uma receita líquida de R$ 433 milhões, com um avanço de 15% na comparação anual. No entanto, o FFO por ação deve cair 9%, para R$ 0,66, pressionado por margens mais apertadas e despesas financeiras elevadas.

Análise de Outros Shoppings

A Syn Prop & Tech (SYNE3) apresenta um trimestre mais volátil, com uma receita líquida estimada em R$ 56 milhões, uma queda de 11% na base anual. Apesar disso, o FFO deve crescer de forma relevante, alcançando R$ 14 milhões, com um avanço de 185% em relação ao 4T24, ainda que a partir de uma base comparativa baixa.

A HBR Realty (HBRE3) deve apresentar um crescimento expressivo da receita, com uma projeção de R$ 65 milhões, alta de 61% na comparação anual. Mesmo assim, o FFO permanece negativo, estimado em -R$ 20 milhões, ainda impactado pelo nível elevado de alavancagem.

A Log Commercial Properties (LOGG3) continua a se destacar no segmento logístico, com uma receita líquida estimada em R$ 67 milhões, um crescimento de 20% na comparação anual, sustentado pela forte absorção líquida e pelo aumento do ticket médio.

O FFO por ação deve ficar em R$ 0,03, com uma queda anual relevante, refletindo a base de comparação mais forte do ano anterior.

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