Simone Tebet busca alinhamento com bancos e mercado para reformas fiscais

Simone Tebet destaca setor financeiro e bancos como parceiros em pressão por reformas fiscais no Congresso. Busca alinhamento com o mercado para gestão fiscal.

24/11/2025 18:35

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(Imagem de reprodução da internet).

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, destacou a importância do setor financeiro e dos grandes bancos como parceiros na pressão por reformas fiscais no Congresso Nacional. A ministra enfatizou que essa colaboração é crucial para abordar os elevados gastos tributários e as isenções fiscais, que representam um desafio significativo para o governo.

Alinhamento entre Executivo e Mercado

Tebet ressaltou a necessidade de um diálogo mais efetivo entre o Poder Executivo e o mercado financeiro, buscando um alinhamento nas prioridades e estratégias para a gestão fiscal do país. A ministra acredita que a atuação conjunta pode influenciar positivamente as negociações com o Congresso Nacional.

Planejamento e Metas de Longo Prazo

A ministra defendeu a adoção de um planejamento orçamentário mais rigoroso, inspirado em modelos utilizados por países asiáticos. Segundo Tebet, é fundamental estabelecer metas de médio e longo prazo, orientando os investimentos com base em indicadores e dados concretos, em vez de favorecer setores específicos.

Priorizando Investimentos Estratégicos

Tebet enfatizou que o Brasil precisa repriorizar seus investimentos, concentrando-se em áreas estratégicas como ciência, tecnologia e inovação, ao mesmo tempo em que se cortam gastos considerados “ruins”. A ministra defende um modelo de gestão que priorize o uso eficiente dos recursos públicos.

Revisão de Benefícios Tributários

A ministra mencionou que não haverá novos gastos públicos em 2026, mas que é necessário avançar na agenda de corte de gastos, especialmente nos benefícios tributários. A revisão desses benefícios é vista como um passo crucial para a responsabilidade fiscal.

Desafios e Perspectivas

Tebet avaliou que, apesar de algumas dificuldades, como o alto nível da taxa de juros, o Brasil poderá encerrar 2025 em uma situação financeira melhor do que o esperado. A ministra reconhece os desafios, mas mantém o otimismo em relação à capacidade do país de avançar na agenda fiscal.

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